Mais algumas fotos do nosso Encontro de Cantar das Almas, realizado no dia 24 de Março.A Ti Maria chega a casa, sua mãe remenda a roupa mais gasta e seu pai vai pensando na vida.
A garotada brinca.
Depois da "traboada" rezam a Santa Bárbara para os proteger.
O grupo chega a casa para cantar as almas. Homens à frente.....
... mulheres logo de seguida.
Não havendo dinheiro oferece milho.
" O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré foi fundado no dia 1 de Setembro de 1983, com o propósito de defender os usos e costumes dos nossos antepassados, isto é, dos que habitaram as Gafanhas desde o séc. XVII..."
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Cantar das Almas 2
Foi no passado dia 24 de Março, que o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, realizou o seu Cantar as Almas - "Reviver Tradições Antigas". Neste encontro além do nosso grupo, participaram o Grupo da Casa do Povo de Abraveses - Viseu, e o Rancho Folclórico da Penacova.
Toda a família come da mesma travessa batatas com cebola, "que o peixe está no fundo", dizia a mãe.
O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré
O Rancho Folclórico de Penacova.
O Grupo da Casa do Povo de Abraveses.
Na primeira parte tivemos uma pequena explicação dada aos presentes, pelo nosso querido amigo Srº. Professor Fernando Martins, sobre o que eram as almas aqui na nossa terra. Na segunda foi apresentado um pequeno e simples teatro, em foi representado um fim de dia de trabalho e um principio de noite, numa cozinha gafanhoa. Após a ceia os grupos foram entrando, primeiro o da casa, seguido-se o de Penacova e terminando com o de Abraveses.
Parabéns aos grupos que nos visitaram, pela sua excelente participação, pena foi a população da Gafanha da Nazaré não ter comparecido em bom número. De qualquer modo um muito obrigado aos que participaram e até para a próxima.
Os meninos cheios de medo da "traboada", rezam a com a avó a "Santa Bárbara".Toda a família come da mesma travessa batatas com cebola, "que o peixe está no fundo", dizia a mãe.
O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré
O Rancho Folclórico de Penacova.
O Grupo da Casa do Povo de Abraveses.
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segunda-feira, 5 de março de 2012
Gafanha da Nazaré e o Mar 2
Aqui estão mais algumas fotos de outros tempos, em que a nossa terra deu trabalho a todos aqueles que vieram de outros lugares, e se fixaram aqui. Muitos quintais de bacalhau foram descarregados pela força de braços, das mulheres da Gafanha e de outras paragens, vindas de Norte a Sul, fazendo com que a nossa terra tenha gente das mais variadas regiões do país.
As duas primeiras fotos são do sítio "Bacalhoeiros de Portugal" a ultima de Paulo Vicente.
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A Joana Maluca 6
(Continuação)
Era encantador e suave o declinar da vida desta nonagenária que, gulosamente, até ao último suspiro, ia fumando charutos sobre charutos sem queimar as barbas. Mas aquele roble gigantesco, aquele arcabouço forte, também devia tombar. Estava a soar a hora da partida que, porventura, a surpreendeu num momento em que ela menos desejaria. A fundadora da chamada capela da Maluca, que ela, para cumprir os preceitos da igreja e outras devoções particulares se abalançou, em 1848, a construir à sua custa; a mulher piedosa que se responsabilizou por conserva-la e dota-la, ainda que modestamente, com alfaias e tudo o mais que fosse preciso para o exercício do culto; a cristã que nos seus cantares pedia centenas de vezes um dote para quando morresse, não desejaria certamente morrer, como morreu, sem sacramentos. Assim o diz o assento de óbito. Altos desígnios da providência!
Deus que na sua misericórdia infinita acolhe sempre amorosamente as almas que na vida, até ao último suspiro, estão cheias de Ele, também devia estar ali presente naquela alma, numa Comunhão espiritual, intima, divina...
Os seus dias estavam finalmente contados, e numa manhã de inverno entregou-se santa nas mãos de Deus. Terminemos este esboço biográfico com assento de óbito, extraído de um livro de assentos de óbitos pertencente ao ano de 1878, arquivado na Repartição do Registo Civil de Ílhavo. É o seguinte:
- À margem - Nº 18 - Gafanha - Joana Rosa, a Maluca - Fiz oficios - No texto: - "Aos vinte oito dias de Janeiro de mil oito centos setenta e oito ás sete horas do dia na Gafanha desta freguezia e concelho de Ílhavo, diocese de Aveiro faleceo em sua morada, sem sacramentos, um individuo do sexo feminino por nome Joana Rosa, a Maluca, d'idade de noventa annos, casada com António dos santos Pata, em segundas núpcias, filha legitima de António Fernandes Cardoso e Luiza Gramata, naturais desta freguezia e lavradores. Não fez testamento, deixou filhos do primeiro matrimónio, mas não do segundo matrimónio e foi sepultada no cemitério. E para constar lavrei este duplicado que assigno.
O Prior João André Dias."
In "Monografia da Gafanha" do Padre João Vieira Rezende.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
A Joana Maluca 5
(Continuação)
Nossa Senhora me disse Nossa Senhora me disse
que m'havia de dar um dote. Que m'havia d'aparecer,
Se m'o há-de dar em vida Apareça-m'Ela agora
Dê-m'o na hora da morte. Qu'eu folgara de a ver.
E a cantar passava a sua longa vida, prestando-se a receber visitas de representação e dos fidalgos, a quem concedia palestras quotidianas, que se prolongavam até ao declinar esplendoroso do sol por detrás dos palheiros da Costa Nova, nas piscosas e mornas tardes de Agosto e Setembro.
Solícita em zelar os interesses materiais dos seus, não se esquecia também de providenciar às suas necessidades espirituais, garantindo-lhes assistência religiosa, como veremos quando tratarmos da capela e igreja paroquial.
Corriam felizes os dias da já então avó Maluca, e aos netos e bisnetinhos, que brincavam na areia que lhe cercava a casa, ia repetindo muitas vezes estrofes de encantadora suavidade. Era uma torrencial vasante de maré-cheia a iluminar novas almas com a luz dessa alma inundada de religioso misticismo, dessa alma que ternamente vivia unida com o seu Deus e O queria possuir ansiosamente. Ainda agora os velhinhos recordam saudosamente este seu delicioso cantar:
Nossa Senhora me disse Nossa Senhora me disse
que m'havia de dar um dote. Que m'havia d'aparecer,
Se m'o há-de dar em vida Apareça-m'Ela agora
Dê-m'o na hora da morte. Qu'eu folgara de a ver.
E a cantar passava a sua longa vida, prestando-se a receber visitas de representação e dos fidalgos, a quem concedia palestras quotidianas, que se prolongavam até ao declinar esplendoroso do sol por detrás dos palheiros da Costa Nova, nas piscosas e mornas tardes de Agosto e Setembro.
![]() |
| Foto do blog Pela Positiva |
E a faina do mar também vinha emprestar colorido ao quadro em pose das entrevistas dos categorizados e primitivos frequentadores da Praia com a velhinha da Gafanha.
In "Monografia da Gafanha" do Padre João Vieira Rezende.
(Continua)
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Janeiras
No fim de semana passado andámos pelas ruas da cidade da Gafanha da Nazaré, cantando de porta em porta as tradicionais janeiras. Como sempre somos muito bem recebidos em todas as casas que visitamos. Aqui fica o registo de uma das noites, em que não faltou a saborosa chouriça assada, e as deliciosas rabanadas. Um bem haja a quem as preparou.
Lembramos que já amanhã iremos continuar a visitar mais algumas casas. Este será o ultimo fim de semana deste ano de 2012.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A Joana Maluca 4
Em 1836, aos 48 anos de idade, já tinha contraído segundas núpcias com António dos santos Pata, e assentavam-se ao seu lar nove filhos, todos do primeiro marido, os únicos que teve e que eram o enlevo da sua alma, pedaços do seu coração. Para todos procurou um futuro desafogado, um bem estar compatível com as humildes condições em que nasceu. Não ignorava que o trabalho é inexaurível fonte de riqueza e, na ânsia de a adquirir, ia cultivando com afinco alguns pedaços de areia, de pousio, que o seu braço forte convertia em bom terreno, em searas de pão. E, efectivamente, ele não falhava na tulha nem no bornal, e de minguado que era a princípio tornou-se abundante e até cobiçado.
Tinha alargado a sua Fazenda e os seus haveres e a certa altura chega a ser proprietária, embora foreira, de toda a Quinta do Mato do Feijão.
Pode dizer-se que era uma rica proprietária e assim era considerada e tinha habitantes da sua terra, que nela tinham uma protectora. Desde então seus filhos eram pretendidos para casamento pelos mais abastados das redondezas, da Cale da Vila, dos de Portomar, e todos encontraram cônjuges nestes lugares.
Uma anedota focará a alma boa, ingénua, da Joana Maluca e o seu interesse pelo bem estar dos filhos. Manuel de Oliveira arrais, de Portomar, pastor habitual da Gafanha, pensou em namorar a filha colaça mais nova da Maluca, a Ana. Como a futura sogra resistisse aos importunos pedidos de casamento, O Arrais, um dia, sobranceiro à tulha do milho, faz derivar a conversa para o assunto que lhe interessava e, metendo as mãos ao cereal, fingindo de formalizado, com o punho cerrado, ameaçador, sai com esta: "é tão abastada e rica a casa de meu pai que à noite são tantas as luzes a iluminar a casa quantos os grãos de milho que tenho na mão".
Naquele dia a ingénua Gramata não pode resistir ao argumento do apaixonado mancebo e combinou-se o casamento, que deu origem à família Arrais. Afinal eram tantas as luzes quantas as bicas de pinheiro que à noite ardiam na pobre lareira do velho Arrais. Mas não mentia o arteiro do rapaz...
(Continua)
In Monografia da Gafanha" do Padre João Vieira Rezende.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
A Joana Maluca 3
Depois deste grande interregno nas publicações sobre a Joana Maluca, aqui estamos de volta com a história desta grande mulher. para recordar as publicações anteriores, pode consultar aqui, aqui e aqui.
Os anos corriam. A sua casa progride, faz-se, e chega a ser a mais abastada do lugar. Os respeitos multiplicam-se, crescem sempre na constância dos dois matrimonios, na viuvez, sempre, até à morte. Mas no curso da vida há sempre um parêntese que corta o seu deslizar majestoso e suave. A Parca terrível visita a sua morada, e num safanão cruel, ceifa-lhe o marido. Cercada de numerosa prole, devia ser duro o golpe que acabava de sofrer. Parece, porem, que os crepes da viuvez bem cedo lhe emolduraram o rosto varonil, pois que em 1836 nos aparece já a "Joanna Rosa de Jesus autorizada por seu marido António dos Santos Pata," (seu segundo marido), a contratar com outros inquilinos o aforamento da quinta do Mato do Feijão. Sempre a Mulher forte, varonil, na direcção e administração da sua casa!
Em 1838 reúne-se em Vagos o conselho de família para emancipar uma das suas duas últimas filhas gémeas, a Ana, órfã de pai. Também temos presente um recibo de pagamento das custas do inventário pelo falecimento de seu primeiro marido, passado em 1843, que diz o seguinte: "Recebi do Snr. António dos Santos Pata a quantia de 1$560. São mil quinhentos e secenta reis emporte das custas das contas que se tomarão no inventário de José Domingues da graça de que o mesmo hé tutor. Vagos 5 de Fever.º de 1843. Manuel José Pinto Camello Coelho."
Transcrevamos mais outro documento a abonar a data aproximada da sua viuvez e a do seu segundo matrimónio. É o seguinte: " Recebi do Sr. António dos Santos Pata e da sua mulher a Snr.ª Joanna Roza de Jezus a Gramata a quantia de seis mil e seis centos e sinco reis procedidos de remédios q. forão p.ª o seu primeiro Marido o Sr. José Domingues da Graça e por estar pago e satisfeito da d.º coantia lhe passei êste p.ª clareza sua. Ílhavo 23 de Setembro de 1845. Levou as receitas q. somarão a q.ª $6305. O Boticário Bernardo Celestino de carvalho." Por estes documentos verificámos que a viuvez a atingiu bem cedo, quando a vida sorria no seu lar e a sua virilidade competia com a actividade da Mulher forte.
In "Monografia da Gafanha" do Padre João Vieira Rezende.
(Continua)
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Blog Portugal Torrão Natal
No Blog Portugal Torrão Natal, escrito e publicado a partir do nosso país irmão, Brasil, encontramos esta publicação sobre a nossa freguesia.
Ao seu autor, os nossos agradecimentos. Esse post poderá ser visto aqui.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Gafanhões na 1ª Grande Guerra
Para aqueles que acompanham com mais pormenor esta coisa dos blogs, certamente que se lembram de o nosso amigo Professor Fernando Martins, colocar no seu blog "Galafanha", um post em que falava dos gafanhões que estiveram na 1ª Grande Guerra. Aqui fica uma foto de uma pessoa que me é chegada, meu avô materno José Estanqueiro da Rocha, que tambem consta da lista colocada pelo srº professor. Também me lembro de minha avó dizer que ele morreu devido aos "gazios que respirou". Outros tempos. Consultar post completo do srº professor aqui.
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
AVEIRO, VISTA ALEGRE, COSTA NOVA, BARRA E FORTE DA BARRA
Hoje colocamos aqui um pequeno filme, pertencente ao espólio da Cinemateca Portuguesa. Este filme retrata uma escursão feita pelos funcionários do "Diário de Noticias" a Aveiro e Viseu. Ao minuto 7 com 17 segundos o filme mostra algumas imagens da nossa região, que mostram a maravilha que já naquele tempo ela era. (Esta informação que se segue foi tirada do sitio do Porto de Aveiro).
“ Os funcionários superiores do ‘Diário de Notícias’, de Lisboa, - Directores de publicações, Chefes de Secção, Chefes districtaes, etc. – recreiam-se da labuta insana dos seus trabalhos fazendo uma formosa excursão através de dois belos districtos – Aveiro e Vizeu – organizada pelos Serviços de Propaganda e Expansão d’este grande jornal”.
Aconteceu em 1930. A excursão do “bando” esteve em Aveiro, “os ‘olhos azues de Portugal”; na Costa Nova, subiu ao farol da Barra; esteve no Forte da Barra “onde a Junta Autonoma da Ria e da Barra tem a base dos seus importantíssimos trabalhos de abertura de canaes, fixação da entrada da Barra, etc., que sob a presidência inteligente e enérgica do grande jornalista Homem Christo há-de dar realisação ao grande sonho de Aveiro: a construção dos seus portos de comercio e de abrigo”.
Aconteceu em 1930. A excursão do “bando” esteve em Aveiro, “os ‘olhos azues de Portugal”; na Costa Nova, subiu ao farol da Barra; esteve no Forte da Barra “onde a Junta Autonoma da Ria e da Barra tem a base dos seus importantíssimos trabalhos de abertura de canaes, fixação da entrada da Barra, etc., que sob a presidência inteligente e enérgica do grande jornalista Homem Christo há-de dar realisação ao grande sonho de Aveiro: a construção dos seus portos de comercio e de abrigo”.
Ainda houve tempo para um opíparo almoço em S. Jacinto. António Ferro, ideólogo da propaganda de Salazar integrava o séquito.
ALGUNS EXCERTOS:
“E o rápido parte, levando os alegres excursionistas que, sem saudades, deixam Lisbôa por uns dias”.
“Aveiro, os ‘olhos azues de Portugal’, no dizer de Antonio Ferro, a cidade de agua, de canaes venezianos…”.
“Depois ter admirado as porcelanas policromas da fabrica da Vista Alegre, a única da pensinsula, o bando segue alegremente até à Costa Nova, onde se extasia ante a beleza surpreendente da paisagem e a elegância inconfundível dos formosos barcos moliceiros que, na faina quotidiana, cruzam a Ria quasi sem fim!”.
“E surge o Farol da Barra, guia de mareantes… e o Forte, onde a Junta Autonoma da Ria e da Barra tem a base dos seus importantíssimos trabalhos de abertura de canaes, fixação da entrada da Barra, etc., que sob a presidência inteligente e enérgica do grande jornalista Homem Christo há-de dar realisação ao grande sonho de Aveiro: a construção dos seus portos de comercio e de abrigo”.
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Nossa Senhora dos Navegantes 6
Mais algumas fotos da Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes. Estas são relativas ao interior da Capela no dia da festa.
A imagem que se encontra ao centro é de Nossa Senhora da Nazaré, já que a de Nossa Senhora dos Navegantes já se encontrava no Stella Maris para a procissão.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Nossa Senhora dos Navegantes 5
Hoje publicamos um link onde estão 146 fotos da procissão de Nossa Senhora dos Navegantes, entre a Gafanha da Nazaré e São Jacinto, publicadas no sitio do Porto de Aveiro. As fotos podem ser apreciadas aqui.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Nossa Senhora dos Navegantes - 3
Hoje publicamos algumas fotos das várias embarcações que participaram na procissão de Nossa Senhora dos Navegantes deste ano. Não sendo dos anos em que participaram mais embarcações, elas foram apesar do vento forte que se fez sentir, em número bastante razoável.
A traineira "Jesus nas Oliveiras", que a através do seu proprietário Srº Adelino Palão colabora connosco desde a primeira hora.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Nossa Senhora dos Navegantes - 2
Realizaram-se no passado fim de semana os festejos em honra de Nossa Senhora dos Navegantes, no Forte da barra, aqui na Gafanha da Nazaré. Como em todos os anos o ponto alto dos festejos, è a procissão pela ria com partida do Stella Maris, embarque nos barcos junto à Friopesca, passagem por S. Jacinto e meia laranja e desembarque no Forte da Barra. Foi mais um dia extraordinário, com uma moldura humana sempre presente durante todo o percurso, que embelezou muito a procissão pela ria. Pena foi, o muito vento presente durante todo o dia o que fez com que este ano não estivessem presentes tantas embarcações como em anos anteriores. Após a procissão realizou-se a missa, e no final um pequeno festival de folclore com os 3 grupos participantes. Com as conversas que tivemos no final do dia com os elementos dos grupos ficámos com a certeza de que tiveram um dia muito agradável, em viveram experiências que não irão esquecer nos próximos tempos. Ficam aqui algumas fotos da procissão, prometendo colocar outras nos próximos dias. 

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