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domingo, 1 de julho de 2018

XXXV Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré


Realiza-se no próximo sábado, dia 7 de julho de 2018 o XXXV Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré, no Jardim 31 de Agosto.

Participam, a convite do Etnográfico, o Rancho Folclórico de Coimbra", o Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo, de Vila do Conde; o Rancho Folclórico de Silvares, de Guimarães e o Grupo Etnográfico da Casa do Povo de Lanheses, de Viana do Castelo.  

O programa do Festival inicia-se pelas 17:00 horas com a receção aos Ranchos e Grupos participantes.

Às 17:30 horas teremos a visita à Casa Gafanhoa - Museu Municipal para a cerimónia de entrega de lembranças.

Às 18:30 horas teremos o jantar convívio, na EB 2/3 da Gafanha da Nazaré.

O desfile inicia-se às 21:00 horas e pelas 21:30 horas teremos a abertura oficial do evento.

O Festival terá o seu início pelas 22:00 horas.

É mais uma oportunidade para ver e aplaudir bons grupos de folclore e passar um serão bem passado, num local aprazível. 



O Grupo Etnográfico continua com o seu propósito de recolher, preservar e divulgar as tradições da nossa terra e apostado em "semear" na juventude o gosto pela etnografia. Numa sociedade cada vez mais globalizada, é necessário defender aquilo que é verdadeiramente nosso e nos distingue dos outros povos que nos rodeiam. Um povo que não preserva o seu passado é um povo sem futuro. 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Rancho Folclórico da Paranhos

No próximo domingo o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, vai estar presente no XXXI Festival Internacional de Folclore de Paranhos, na Cidade do Porto. Aqui fica alguma informação sobre o grupo anfitrião.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Abraveses

É já no próximo sábado que iremos estar presentes no Festival de Folclore do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Abraveses. Aqui fica um pequeno historial do grupo. Sobre Abraveses, poderemos saber mais aqui, em AbravesesTV. Oportunamente  daremos novidades do programa.

Fundação: 21 de Março de 1935
Região Etnográfica: Beira Alta
Danças Tradicionais: Hei-de pedir à Virgem, Margarida Moleira, Enleio, Fado Beirão, Terra Vouga, Postigo, Macieira do Adro, Celeste e Carinhosa.
Trajes: Lavrador Abastado, Trabalho, Romaria, Malhador, Tremoceira, Lavadeira, Meia Senhora, Ver a Deus e de Ceifeira.
Tocata: Acoredeon (2), Viola (2), Bandolim (2), Violino, Cavaquinho, Bombo, Ferrinhos e Pinha.^
Usos e Costumes: Cantar das Janeiras, Amentação das Almas, Compadres.
Património: Sede e Creche.
Representações Nacionais: De Norte a Sul do País
Representações Internacionais: França.
Associado: Inatel e Centro Cultural Distrital de Viseu.

ABRAVESES é a localidade sede da Freguesia com o mesmo nome, situada a apenas 3 quilómetros do centro da cidade de Viseu e está intimamente ligada ao percurso histórico da cidade de Viseu.
 A sua localização é excelente por se estender ao longo das ligações entre Viseu e Castro Daire e Viseu a S. Pedro do Sul. Abraveses contempla a seus pés a cidade de Viseu, sendo sede de freguesia desde o ano de 1890. A sua origem remonta ao tempo dos romanos, onde ainda hoje são visíveis os vestígios da sua civilização.
Por Abraveses passava já a histórica via romana que ligava Viseu ao Porto, pelo que é fácil compreender a importância que tinha e tem actualmente esta povoação, logo à saída ou entrada da cidade, sendo a terceira freguesia mais populosa do concelho de Viseu, avistando-se ao longe, na linha do horizonte, os contornos da Serra da Estrela e, do lado oposto, mais próxima e mais nítida, a Serra do Caramulo.
Foi nesta terra que em 21 de Março de 1935 se criou oficialmente a Casa do Povo de Abraveses, que é uma das mais antigas do País. Por volta de 1940, surgiu nesta instituição o Rancho Folclórico da Casa do Povo, que alguns anos depois se veio a desmantelar.
O actual grupo renasceu em 1990, mantendo o rigor dos trajes e danças de outrora, tendo feito a sua primeira actuação em público em Junho de 1991 integrada nas festas de Abraveses. É de destacar o facto de os componentes deste rancho folclórico serem quase todos elementos naturais de Abraveses ou residentes nesta freguesia.
Este Rancho tem actuado em vários festivais de folclore, festas e romarias de norte a sul de Portugal, bem como em França onde participou nas comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades. Desde 1993 que realiza anualmente o seu festival nacional de folclore.
As nossas danças e cantares com muita beleza e simplicidade, como simples é o povo da Beira, são originárias de recolhas efectuadas na região da Beira Alta, especialmente no concelho de Viseu.
Estas e outras recolhas etnográficas estão documentadas no recente trabalho do grupo, em DVD, tornado público em Julho de 2008.
Informação retirada do sítio http://www.tradicoespopulares.com/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego

É já amanhã que o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, irá actuar a Abrantes, mais própriamente à aldeia do Pego, onde iremos ser recebidos pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego. Iremos retribuir a visita que este grupo nos fez, aquando do nosso Festival de Folclore do ano passado.
Deixamos aqui o sítio do grupo anfitrião para aqueles que quiserem consultar.
O programa do Festival é o seguinte:

18:30 horas - Chegada dos Grupos e receção.

19:00 horas - Jantar.

22:30 horas - Início do Festival.

Os Grupos participantes são os que seguem e por ordem de atuação:

Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré,

Rancho Folclórico e Etnográfico "As Ceifeiras da Fanadia" - Caldas da Rainha,

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sôr - Ponte de Sôr,

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego - Abrantes. 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Camponeses da beira Ria

Camponeses da Beira Ria comemoraram 33 anos de existência

Os Camponeses da Beira Ria, comemoraram no dia 29 de Abril, os seus 33 anos de existência, na Casa Museu Custódio Prato, no Bunheiro.
Daniel Bastos, da direcção do Rancho, contou ao Ribeirinhas que já é habitual fazerem um Festival de Folclore, por altura do Aniversário e que este ano também inauguraram um engenho de tirar água. Conta que esta recuperação foi apoiada também pela Câmara Municipal da Murtosa, através do Plano de Apoio às Colectividades.
O tempo acabou por ajudar e as várias centenas de pessoas que marcaram presença, puderam passar uma tarde com um misto de cultura e recreio e assim apoiar o Rancho “Os Camponeses da Beira Ria”, que muito têm feito pela cultura murtoseira.
Noticias retirada do sitio "Noticias Ribeirinhas".

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ciclo do Milho 4


Na ocasião da representação (dia 1 de Outubro), foi metida no cabanal a palha proveniente da cascadela que ocorreu na Béstida a 17 de Setembro e a da outra que teve lugar esse mesmo dia na Casa-Museu. Contudo, esta veio a revelar-se insuficiente dada a dimensão do cabanal, pelo que alguns elementos dos “Camponeses da Beira-Ria” tiveram de arranjar mais palha junto de agricultores da terra, trabalho que realizaram nos sábados seguintes.
Depois de metida a palha em todos os espaços entre varas, foram feitas e colocadas as “capuchas” no cume e forrada a vara do nariz, trabalho concluído hoje (22 de Outubro). O cabanal é uma estrutura agrícola que teve uma grande implantação na nossa terra. Não havia casa de lavoura que não tivesse o seu cabanal.
Na nossa região eram construídos com troncos de pinheiro ou de eucalipto: os paus mais grossos eram usados nas pernas, às quais, depois de devidamente travadas, eram pregadas varas ou travessas horizontais, onde depois se ia acamando braçados de palha (de milho ou azevém), até formar um verdadeiro telheiro.
Era certo e seguro que a chuva não entrava no seu interior. A palha, essa, serviria para alimentar ao longo do ano as nossas vacas leiteiras; no interior, guardavam-se as espigas de milho, a folhagem do milho e até alfaias agrícolas.
Os cabanais eram um bom esconderijo para as brincadeiras das crianças, eram locais de excelência para a colocação de baloiços e local de encontro de amores furtivos.
Terminada esta missão, a Casa-Museu Custódio Prato ficou mais rica exibindo, a partir de hoje, um belo exemplar desta tradicional estrutura agrícola, no seu quinteiro.

Toda a informação e fotos retirada do sitio da Junta de Freguesia do Bunheiro.
De salientar que na Gafanha não se dizia "cabanal" mas sim "cabanéu".

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ciclo do Milho 3

3ª Etapa do Ciclo do Milho

Como já se disse noutra ocasião, o Ciclo do Milho compreendeu três momentos, tendo a ideia base surgido do executivo da Câmara Municipal da Murtosa e a concretização agarrada por cinco colectividades locais. Os ranchos folclóricos “Os Camponeses da Beira-Ria” e “As Andorinhas de S. Silvestre”, o Clube Recreativo e Desportivo das Quintas, a Confraria gastronómico “O Moliceiro” e a Fraternidade Nuno Álvares.
Depois do valor cultural e etnográfico do evento e da participação e convívio entre todo o público que a ele aderiu, a grande mais-valia desta iniciativa deve-se ao espírito de cooperação que se verificou entre os elementos das colectividades que assumiram a organização. Mais uma vez se verificou que, entre nós, é possível colocar colectividades a trabalhar em conjunto num mesmo projecto.
Nesta 3ª fase colaboraram os dois ranchos folclóricos, tendo nesse mesmo dia, à hora de almoço, a Confraria Gastronómica “O Moliceiro”, promovido a “festival da enguia”, na Ribeira de Pardelhas.
Esta 3ª fase decorreu à noite e teve como palco um espaço natural – o logradouro da Casa-Museu Custódio Prato onde, com toda a facilidade do mundo, o público teve um enquadramento perfeito do ambiente onde decorriam esses trabalhos agrícolas.
A 3ª fase constou da cascadela (com transporte dos gigos de espigas para a eira, transporte e colocação da palha no cabanal e animação com os “moços”), no quinteiro e distribuição das papas (de abóbora e farinha de milho) pelos trabalhadores, malhada das espigas na eira (com 8 “moais”), chegada do moleiro com a farinha de milho, amassar e cozer bolo (pão de milho) no forno da casa (e posterior distribuição pelo público presente). A recriação terminou com umas danças de roda executadas na eira, às quais aderiu o público presente. Aliás, essa participação do público registou-se também na cascadela e no malhar das espigas.
A noite esteve agradável, o cenário foi espectacular, as pessoas aderiram e participaram, todos estamos de parabéns, pois o objectivo foi conseguido e julgo que excedidas as expectativas.
Não há dúvida de que o cenário ajuda muito a um mais fácil e mais perfeito enquadramento da representação e este foi mais um aspecto que contou para o êxito da iniciativa.
O Bunheiro foi palanque de toda esta envolvência, de toda esta movimentação cultural e etnográfica em torno do milho, se bem que em paralelo existiram outros eventos ligados a esta mesma organização que se desenvolveram noutras freguesias, como é o caso, entre outras, das iniciativas promovidas pela Confraria Gastronómica “O Moliceiro”, que decorreram na Ribeira de Pardelhas.
Uma palavra de incentivo a todas as colectividades que deram o seu contributo a este projecto conjunto. A nossa terra saiu a ganhar, a nossa cultura foi divulgada e chegou mais longe.
O inicio do malhar.
O malhar.

O retirar o pão do forno.

Toda a informação e fotos retirados do sítio da Junta de Freguesia do Bunheiro.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ciclo do Milho 2

2ª Etapa do ciclo do milho.

De facto, dando sequência à ideia que surgiu do executivo da Câmara Municipal e que foi agarrada por cinco colectividades do município (Rancho “Os Camponeses da Beira Ria”, Rancho “Andorinhas de S. Silvestre”, Fraternidade Nuno Álvares e Associação C. e D. das Quintas), estas desenvolveram agora a 2ª etapa do Ciclo do Milho, no lugar da Béstida da Freguesia do Bunheiro.
Esta segunda etapa constou das tarefas seguidamente descritas: corte do milho no terreno, seu carregamento em carros de vacas marinhoas e respectivo transporte para o local da cascadela, todas elas executadas durante a tarde, depois das 17H30. À noite, ocorreu a cascadela (desfolhada), no espaço público a sul dos balneários da Béstida e da Loja da Alcina.
Os trabalhos desenvolveram-se com os intervenientes devidamente trajados à época (anos 50 a 60 do século passado), como é exigível nestas recriações históricas.
A utilização de animais (vacas da raça marinhoa) devidamente treinados para o trabalho, como os que existiam nessa altura, foi um facto que muito brilho deu ao evento, pois o comum das pessoas recordam com saudade esses tempos.
À noite, como já se disse, ocorreu a cascadela, na qual se incorporaram muitas pessoas. Não faltou a animação, os moços, a espiga vermelha e a pinga de vinho. Para terminar a função, como era devido, os participantes dançaram um Vira, para delírio dos mais novos.
Foi mais uma jornada de inestimável valor cultural, que entre nós se realizou e que serviu para recordas a uns e dar a conhecer a outros (os mais jovens) estes trabalhos característicos da nossa terra e do nosso tipo de ruralidade os quais, pelo valor que possuem, não podem jamais ser esquecidos.
O apanhar da palha na terra (cortar o milho).

Carregar a palha do milho para a levar para a eira.

O desmantar (no Bunheiro cascadela) do milho.

Toda a informação e fotos, retirados do sítio da Junta de Freguesia do Bunheiro.

sábado, 15 de outubro de 2011

Pregões de outros tempos




Hoje encontrei este vídeo no you tube muito interessante, do Rancho Folclórico e Etnográfico da Pampilhosa, com uma representação de pregões. É através desta representação que se vê o bom trabalho de casa feito por este grupo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Festival de Folclore Praia da Barra 2011 - 4

Fotos do nosso festival de folclore Praia da Barra 2011, referentes ao grupo Associação Cultural de Vilarinho de Brasfemes, Coimbra.











terça-feira, 30 de agosto de 2011

Festival de Folclore Praia da Barra 2011 - 3

Hoje colocamos aqui no nosso blog, algumas fotos do nosso Festival de Folclore da Praia da Barra. As fotos são do Rancho Folclórico da Paço de Sousa, aquando da preparação do pequeno desfile para entrada em palco. De salientar o modo como as pessoas de antigamente, se adaptavam ao tempo, (nesta caso ao calor), colocando era em volta do caneco da água, para a manter fresca. Uma outra situação bastante bonita, é o lenço do ultimo trajo apresentado, com um bordado muito bonito.









domingo, 28 de agosto de 2011

XXVIII Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré - 5

Mais fotos referentes ao nosso festival, aqui na Gafanha da Nazaré, desta feita do Rancho Típico de São Mamede de Infesta.












sexta-feira, 26 de agosto de 2011

XXVIII Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré - 4

Depois destes dias de intenso trabalho no Festival do Bacalhau 2011, aqui estamos de volta com mais algumas fotos relativas ao nosso festival de folclore, aqui na Gafanha da Nazaré. Desta feita as fotos são relativas ao grupo "As Lavradeiras de Arcozelo" - Vila Nova de Gaia. De realçar os trajes bem vistosos, das senhoras e o pormenor das flores nos chapéus.













quinta-feira, 14 de julho de 2011

Rancho Folclorico de Linhaceira 1

Hoje irei publicar algumas informações sobre a aldeia de Linhaceira e sobre o seu Rancho Folclórico. No sitio da Wikipédia encontramos o seguinte.


Linhaceira é uma aldeia situada no norte do distrito de Santarém, concelho de Tomar e freguesia e paróquia de Asseiceira. Tem cerca de 1200 habitantes, dos quais 941 são eleitores.
Do seu património destacam-se duas igrejas, várias fontes,uma casa do povo,um centro social e uma associação cultural que possui também um campo de jogos. A associação local de seu nome ACR Linhaceira possui um rancho folclórico bem como diversas equipas de futebol nos diferentes escalões que ajudam a promover esta bela localidade.
A aldeia tem a sua festa anual em honra de N. Sª. Conforto dos Aflitos no primeiro fim de semana de Julho. No entanto a festa que atrai mais pessoas a esta localidade é sem dúvida o Carnaval, sendo de destacar o corso alegórico preparado pelos habitantes e que se desenrola no domingo de Carnaval.
A Linhaceira aparece referenciada como lugar do termo de Asseiceira, já no ano 1758, na pág 205 do Tomo I das "Memorias Paroquiais", interrogatório que o Secretario de Estado os Assuntos do Reino, Sebastião de Carvalho e Melo, Marques de Pombal, pede a todos os párocos do reino, sobre as paroquias e povoações, pedindo as suas descrições geográficas, demográficas, históricas, económicas, e administrativas, bem como os estragos provocados pelo terramoto de 1 de Novembro de 1755.


Também do sitio you tube retirei este vídeo da modinha Fado Batido dançado por este grupo.



São estes os predicados que iremos encontrar no próximo sábado, quando nos deslocarmos a Linhaceira.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Rancho Folclórico de Torres Novas

Por manifesta falta de tempo, ainda não tinha colocado o historial do rancho em titulo, assim aqui fica o meu pedido de desculpas aos leitores deste blog.

O Rancho Folclórico de Torres Novas, fundado a 8 de Janeiro de 1958, apresentou nesse mesmo ano, pela primeira vez os seus trajes, danças e cantares na feira do Ribatejo em Santarém. Torres Novas, importante vila de outrora, foi elevada a cidade no ano de 1985.

As recolhas foram feitas de Norte a Sul deste concelho, localizado na província de Ribatejo, onde o Bairro, a Charneca e a Lezíria se confrontam. A Norte, para o qual estamos voltados, o bairro onde reina a beleza, a harmonia e as cores pardas contrastando com a alegria e as cores vivas da gente rural.

Como principais danças, destacam-se os Fadinhos, Verde Gaios, Valsa e Moda a Dois Passos, Fados, Bailaricos e claro os Fandangos. Os Trajes representam fielmente, as vestes das gentes de Torres Novas nos finais do século XIX e inícios do século XX, onde as cores e temperamentos distintos se aliavam num só.

Associado na Federação do folclore Português, membro da Associação de Defesa de Folclore da Região dos Templários e Sócio Efectivo do Inatel.

Como tal, é com orgulho que revelamos que o rancho Folclórico de Torres Novas è um justo representante do Folclore Torrejano e do Ribatejo.

sábado, 9 de julho de 2011

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego - Abrantes

Hoje é dia do nosso festival e aqui fica o historial do grupo de Abrantes.
O Rancho Folclórico do Pego é o principal embaixador itinerante do nome e da cultura pegacha.
Formado em 1952, inicialmente com seis pares, uns ferrinhos, um saxofone e um acordeão, tinha o nome de "Marchas do Pego" pois, o seu objectivo era o de dançar durante os santos populares, no carnaval, pelos reis, etc.
Em Junho de 1953, pelo apelo de fazer juntar as danças, os cantares e os trajes que eram característicos da época 1900-1920 que se sabia existirem no Pego, mudou de "Marchas do Pego" para "Bailarinos do Pego".
Exibiu-se pela primeira vez como "Bailarinos do Pego" na primeira feira do Ribatejo, hoje também chamada feira nacional de agricultura em Santarém, onde ganhou especial ânimo e, desde então, não parou mais a sua actividade. É em consequência, o mais antigo grupo do Ribatejo com vivência ininterrupta.
Com o aumento dos seus componentes e a criação da Casa do Povo, passou a designar-se "Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego", nome que ainda hoje mantém.
O Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego é, também, membro da Federação Portuguesa de Folclore.



Pode encontrar mais informação aqui ou ouvir as suas modas aqui.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Rancho Tipico de S. Mamede de Infesta

Mais um Grupo que vai participar no nosso festival. Aqui fica o seu historial.
Fundado a 29 de Maio de 1960, digno representante dos usos e costumes das antigas terras da Maia (iam do rio Ave ao rio Douro, circunscritas ao vale do rio Leça). Terra essencialmente agrícola.
Realizou pesquisas e recolhas no seu concelho – Matosinhos, onde faz reviver tradições esquecidas no tempo, nomeadamente os cantares de Janeiras e Reis.
Organiza, em S. Mamede de Infesta a Quinzena cultural onde estão patentes exposições de artesanato e artes plásticas, noites de música popular, festival de folclore infantil e festival internacional de folclore.
Possui agrupamento infantil e adulto, teatro, grupo de música tradicional Portuguesa e escola de música para instrumentos de tradição popular, nomeadamente: bandolim, braguesa, cavaquinho, violão, concertina.
Organiza colóquios e seminários tendo em vista o enriquecimento cultural dos seus componentes. Participou em numerosos festivais nacionais e internacionais, do Minho ao Algarve e efectuou digressões a França em 1991, 1992, Açores em 1996 , México em 2001 e Itália em Agosto de 2004.
Filiado no Inatel e membro efectivo da Federação do Folclore Português.
Coorganizador do Festarte (Festival Internacional de artes e tradições de Matosinhos).
O Agrupamento é composto por 42 elementos.

Pode consultar a sua pagina na Internet aqui e ouvir os seus videos aqui.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

As Lavradeiras de Arcozelo

Nestes próximos dias irei colocar no nosso blog os historiais dos grupos que nos visitam no nosso festival de folclore. Hoje iremos começar pelas Lavradeiras de Arcozelo.


HISTORIAL
Grupo proveniente das Terras da Feira ou Santa Maria. Terra rica em Rusgas e Romarias, como eram as Romarias ao Senhor da Pedra e Senhora da Saúde dos Carvalhos. "As Lavradeiras" tendo recolhido nas mais antigas e representativas Casas de lavoura da Freguesia, o que de mais vasto e genuíno se dançava, propõem-se preservar e divulgar um Espólio Cultural, Etnográfico e
Folclórico Vivo, muito rico.
Assim, observa-se neste Grupo de "arcus cellus" (Arcozelo) uma diversidade de forma e colorido, traduzida nas múltiplas actividades e finalidades dos mesmos. Quer nas Romarias, quer nas noites quentes de Verão, ao luar e nas eiras cantava-se e dançava-se: Os Viras, a Tirana, o Regadinho, a Pastorinha, o Farracatinho, o Verdegar, o Malhão e a Cana Real das Canas.
Momentos de Glória serão, sem dúvida, as 3 Recepções Oficiais no Vaticano por Sua Santidade, o Papa João Paulo II. Foi este Grupo Honrosamente seleccionado, pelo Ministério da Cultura, para integrar as Cerimónias de Encerramento da Expo 98. Representou também, Oficialmente Gaia, na EXPO HANNOVER 2000.
Foi também este Grupo, o pioneiro em Portugal, na realização de Festivais Mundiais de Folclore.
Trata-se de um dos mais Internacionais Grupos Portugueses; pois que, já se fez representar em 21 Países. No ano de 2009, Sua Excia. o Sr. Primeiro Ministro, Eng.º JOSÉ SÓCRATES, galardoou esta Associação com o Título de INSTITUIÇÃO de UTILIDADE PÚBLICA, atendendo aos relevantes trabalhos desenvolvidos dentro da área Cultural.
Numa pequena e modesta Capela, repousa a Venerada Santa Maria Adelaide, Padroeira deste Grupo, fonte de inspiração do seu Nome, ponto de referência e visita desta Nobre e Simpática Vila de Arcozelo.


Aqui fica um vídeo para abrir o apetite para o próximo sábado.











Pode também consultar a pagina do Grupo na Internet aqui.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Reguengo da Parada




No próximo domingo iremos actuar em Reguengo da Parada. Aqui fica alguma informação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Reguengo da Parada, aqui, e da freguesia, aqui.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ronda Típica da Meadela



Aqui fica o historial da Ronda Típica da Meadela, Grupo que iremos visitar amanhã, aquando da realização do III Encontro de Janeiras da Meadela.


Historial
A Ronda Típica da Meadela, fundada em 1960 pelo etnógrafo José Figueiras, apresentou-se em público pela primeira vez, num serão de arte poética Luso-Galaica, organizado pela Comissão de Festas da sua freguesia. Teve a seu cargo, como simples “tocata”, composta por quatro elementos, um fundo musical de recitais de autores minhotos, de puro sabor local.
O acolhimento que a crítica lhe dispensou e a simpatia de que foi rodeada encorajaram a constituição do grupo, com todas as características próprias de uma autêntica “Ronda Típica”, em conformidade com as usanças de antanho.
A evolução foi rápida, e logo a direcção resolveu acompanhar o trabalho de divulgação regionalista que a Ronda vinha tomando de entusiasmo por todo o País.
É, ainda, no mesmo ano, que a Ronda se apresenta com a respectiva tocata em plena forma, num esperançoso coro de canções minhotas e números coreográficos a que soube dar a alegria, a leveza e o perfil inconfundível das manifestações de arte das gentes minhotas do recanto Vianês.
As palavras de incitamento despertaram a confiança indispensável ao prosseguimento dos propósitos. Só interessava trabalho construtivo capaz de convencer como convenceu – pelo seu cunho rebelde a abastardamentos e fantasias, com respeito das realidades que assim têm vindo a manter-se, mercê da gente moça, da Ronda Típica da Meadela, afecta sempre aos velhos usos que herdou.
Cerca de dois anos depois, recebe o primeiro convite francês para festejar a data comemorativa da Tomada da Bastilha, que haveria de ser começo de acção em vários outros locais, também situados em França, bem como Espanha, Suíça, Bélgica, Alemanha, Áustria e Festivais Nacionais e Internacionais, numa sucessão de êxitos, que continua e conserva.
Toda a riquíssima variedade do indumento do Alto Minho é apresentada por este agrupamento regional, cujas danças têm o sabor castiço dos bailados de Viana, e, os seus cantares recordam-nos o ambiente festivo dos serões, das malhadas, das sachas e das vindimas que amenizam o peso das tarefas por terras Limianas.
Retomando um velho uso em 1993, a Ronda Típica tocando e cantando porta a porta, devolve à Meadela uma tradição que também lhe pertence ao apresentar As Janeiras.
Em 1994 dá vida a um projecto, contemplando a época baixa e que passaria no ano seguinte a contar com a Junta de Freguesia da Meadela, Junta de Freguesia de Monserrate e Junta de Freguesia de Santa Maria Maior na sua organização – O Festival de Maio.
Como um espaço aberto às mais variadas manifestações de arte, surge a I Semana da Cultura, na Meadela, em 1996, servindo assim de prólogo às Festas da Meadela. Em 2009, a Ronda realizou as I Jornadas de Cultura Popular de Viana do Castelo, bem como uma Conferência subordinada ao tema “Associativismo”, para as quais foram convidados diversos especialistas nas matérias, tendo alcançado um êxito superior às expectativas.
Analisando o resultado positivo, continuamos confiantes no presente, orgulhosos do passado e cada vez mais esperançados num futuro promissor.


Historial retirado do sitio http://www.rondatipicadameadela.com/, onde pode colher mais informação sobre o grupo.

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