quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Fotos 23

Após algum tempo sem visitar o nosso blog, já que a disponibilidade não tem sido muita, coloco hoje estas quatro fotos do ano de 1990, em que mostra a pequena passagem no Padre Gilberto pela Gafanha da Nazaré. De salientar que nesta época ainda ensaiavamos no velhinho salão paroquial.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Visita dos Técnicos da Federação

No passado domingo dia 13-11-2011 tivemos a visita dos técnicos da Federação do Folclore Português , da zona em que nos inserimos, zona vareira. A visita já estava prometida à bastante tempo, mas ainda não tinha sido possível recebe-los aqui na Gafanha da Nazaré. Aqui ficam estas cinco fotos. 





segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Jantar de Angariação de Fundos

Realizou-se no passado sábado à noite, mais um jantar de angariação de fundos, no Centro de Recursos Mãe do Redentor, na Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré. Mais uma vez, tivemos a sala completamente cheia, com pessoas amigas que sempre nos ajudam nestas ocasiões. A direcção do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, agradece a todos aqueles que nos ajudaram, tanto participando no jantar, como na preparação do mesmo. Um bem-haja a todos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

AVEIRO, VISTA ALEGRE, COSTA NOVA, BARRA E FORTE DA BARRA

Hoje colocamos aqui um pequeno filme, pertencente ao espólio da Cinemateca Portuguesa. Este filme retrata uma escursão feita pelos funcionários do "Diário de Noticias" a Aveiro e Viseu. Ao minuto 7 com 17 segundos o filme mostra algumas imagens da nossa região, que mostram a maravilha que já naquele tempo ela era. (Esta informação que se segue foi tirada do sitio do Porto de Aveiro).

 “ Os funcionários superiores do ‘Diário de Notícias’, de Lisboa, - Directores de publicações, Chefes de Secção, Chefes districtaes, etc. – recreiam-se da labuta insana dos seus trabalhos fazendo uma formosa excursão através de dois belos districtos – Aveiro e Vizeu – organizada pelos Serviços de Propaganda e Expansão d’este grande jornal”.
Aconteceu em 1930. A excursão do “bando” esteve em Aveiro, “os ‘olhos azues de Portugal”; na Costa Nova, subiu ao farol da Barra; esteve no Forte da Barra “onde a Junta Autonoma da Ria e da Barra tem a base dos seus importantíssimos trabalhos de abertura de canaes, fixação da entrada da Barra, etc., que sob a presidência inteligente e enérgica do grande jornalista Homem Christo há-de dar realisação ao grande sonho de Aveiro: a construção dos seus portos de comercio e de abrigo”.
Ainda houve tempo para um opíparo almoço em S. Jacinto. António Ferro, ideólogo da propaganda de Salazar integrava o séquito.
ALGUNS EXCERTOS:
 “E o rápido parte, levando os alegres excursionistas que, sem saudades, deixam Lisbôa por uns dias”.
“Aveiro, os ‘olhos azues de Portugal’, no dizer de Antonio Ferro, a cidade de agua, de canaes venezianos…”.
“Depois ter admirado as porcelanas policromas da fabrica da Vista Alegre, a única da pensinsula, o bando segue alegremente até à Costa Nova, onde se extasia ante a beleza surpreendente da paisagem e a elegância inconfundível dos formosos barcos moliceiros que, na faina quotidiana, cruzam a Ria quasi sem fim!”.
“E surge o Farol da Barra, guia de mareantes… e o Forte, onde a Junta Autonoma da Ria e da Barra tem a base dos seus importantíssimos trabalhos de abertura de canaes, fixação da entrada da Barra, etc., que sob a presidência inteligente e enérgica do grande jornalista Homem Christo há-de dar realisação ao grande sonho de Aveiro: a construção dos seus portos de comercio e de abrigo”.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Jantar de Angariação de Fundos

No próximo sábado dia 12-11-2011 o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, vai organizar um jantar de angariação de fundos, pelas 20:00 horas, no Centro de Recursos Mãe do Redentor, na Colónia Agrícola.
A ementa é a seguinte:
Entradas
Sopa de legumes
Carne estufada
Sobremesas diversas
Café e digestivo
Para efectuar reservas, podem contactar qualquer elemento do Grupo.
Contamos consigo, para fazer deste jantar um grande convívio.
Aqui ficam duas fotos de jantares anteriores.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ciclo do Milho 4


Na ocasião da representação (dia 1 de Outubro), foi metida no cabanal a palha proveniente da cascadela que ocorreu na Béstida a 17 de Setembro e a da outra que teve lugar esse mesmo dia na Casa-Museu. Contudo, esta veio a revelar-se insuficiente dada a dimensão do cabanal, pelo que alguns elementos dos “Camponeses da Beira-Ria” tiveram de arranjar mais palha junto de agricultores da terra, trabalho que realizaram nos sábados seguintes.
Depois de metida a palha em todos os espaços entre varas, foram feitas e colocadas as “capuchas” no cume e forrada a vara do nariz, trabalho concluído hoje (22 de Outubro). O cabanal é uma estrutura agrícola que teve uma grande implantação na nossa terra. Não havia casa de lavoura que não tivesse o seu cabanal.
Na nossa região eram construídos com troncos de pinheiro ou de eucalipto: os paus mais grossos eram usados nas pernas, às quais, depois de devidamente travadas, eram pregadas varas ou travessas horizontais, onde depois se ia acamando braçados de palha (de milho ou azevém), até formar um verdadeiro telheiro.
Era certo e seguro que a chuva não entrava no seu interior. A palha, essa, serviria para alimentar ao longo do ano as nossas vacas leiteiras; no interior, guardavam-se as espigas de milho, a folhagem do milho e até alfaias agrícolas.
Os cabanais eram um bom esconderijo para as brincadeiras das crianças, eram locais de excelência para a colocação de baloiços e local de encontro de amores furtivos.
Terminada esta missão, a Casa-Museu Custódio Prato ficou mais rica exibindo, a partir de hoje, um belo exemplar desta tradicional estrutura agrícola, no seu quinteiro.

Toda a informação e fotos retirada do sitio da Junta de Freguesia do Bunheiro.
De salientar que na Gafanha não se dizia "cabanal" mas sim "cabanéu".

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fotos 22

Depois da época folclórica terminar, voltamos a colocar algumas fotos que fazem parte da história do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré. Desta vez as fotos são referentes, as três primeiras a uma actuação em Malpique, e as duas ultimas em La Salette (Oliveira de Azeméis).

domingo, 30 de outubro de 2011

Nossa Senhora dos Navegantes - Ano 2000



Só para recordar...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ciclo do Milho 3

3ª Etapa do Ciclo do Milho

Como já se disse noutra ocasião, o Ciclo do Milho compreendeu três momentos, tendo a ideia base surgido do executivo da Câmara Municipal da Murtosa e a concretização agarrada por cinco colectividades locais. Os ranchos folclóricos “Os Camponeses da Beira-Ria” e “As Andorinhas de S. Silvestre”, o Clube Recreativo e Desportivo das Quintas, a Confraria gastronómico “O Moliceiro” e a Fraternidade Nuno Álvares.
Depois do valor cultural e etnográfico do evento e da participação e convívio entre todo o público que a ele aderiu, a grande mais-valia desta iniciativa deve-se ao espírito de cooperação que se verificou entre os elementos das colectividades que assumiram a organização. Mais uma vez se verificou que, entre nós, é possível colocar colectividades a trabalhar em conjunto num mesmo projecto.
Nesta 3ª fase colaboraram os dois ranchos folclóricos, tendo nesse mesmo dia, à hora de almoço, a Confraria Gastronómica “O Moliceiro”, promovido a “festival da enguia”, na Ribeira de Pardelhas.
Esta 3ª fase decorreu à noite e teve como palco um espaço natural – o logradouro da Casa-Museu Custódio Prato onde, com toda a facilidade do mundo, o público teve um enquadramento perfeito do ambiente onde decorriam esses trabalhos agrícolas.
A 3ª fase constou da cascadela (com transporte dos gigos de espigas para a eira, transporte e colocação da palha no cabanal e animação com os “moços”), no quinteiro e distribuição das papas (de abóbora e farinha de milho) pelos trabalhadores, malhada das espigas na eira (com 8 “moais”), chegada do moleiro com a farinha de milho, amassar e cozer bolo (pão de milho) no forno da casa (e posterior distribuição pelo público presente). A recriação terminou com umas danças de roda executadas na eira, às quais aderiu o público presente. Aliás, essa participação do público registou-se também na cascadela e no malhar das espigas.
A noite esteve agradável, o cenário foi espectacular, as pessoas aderiram e participaram, todos estamos de parabéns, pois o objectivo foi conseguido e julgo que excedidas as expectativas.
Não há dúvida de que o cenário ajuda muito a um mais fácil e mais perfeito enquadramento da representação e este foi mais um aspecto que contou para o êxito da iniciativa.
O Bunheiro foi palanque de toda esta envolvência, de toda esta movimentação cultural e etnográfica em torno do milho, se bem que em paralelo existiram outros eventos ligados a esta mesma organização que se desenvolveram noutras freguesias, como é o caso, entre outras, das iniciativas promovidas pela Confraria Gastronómica “O Moliceiro”, que decorreram na Ribeira de Pardelhas.
Uma palavra de incentivo a todas as colectividades que deram o seu contributo a este projecto conjunto. A nossa terra saiu a ganhar, a nossa cultura foi divulgada e chegou mais longe.
O inicio do malhar.
O malhar.

O retirar o pão do forno.

Toda a informação e fotos retirados do sítio da Junta de Freguesia do Bunheiro.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ciclo do Milho 2

2ª Etapa do ciclo do milho.

De facto, dando sequência à ideia que surgiu do executivo da Câmara Municipal e que foi agarrada por cinco colectividades do município (Rancho “Os Camponeses da Beira Ria”, Rancho “Andorinhas de S. Silvestre”, Fraternidade Nuno Álvares e Associação C. e D. das Quintas), estas desenvolveram agora a 2ª etapa do Ciclo do Milho, no lugar da Béstida da Freguesia do Bunheiro.
Esta segunda etapa constou das tarefas seguidamente descritas: corte do milho no terreno, seu carregamento em carros de vacas marinhoas e respectivo transporte para o local da cascadela, todas elas executadas durante a tarde, depois das 17H30. À noite, ocorreu a cascadela (desfolhada), no espaço público a sul dos balneários da Béstida e da Loja da Alcina.
Os trabalhos desenvolveram-se com os intervenientes devidamente trajados à época (anos 50 a 60 do século passado), como é exigível nestas recriações históricas.
A utilização de animais (vacas da raça marinhoa) devidamente treinados para o trabalho, como os que existiam nessa altura, foi um facto que muito brilho deu ao evento, pois o comum das pessoas recordam com saudade esses tempos.
À noite, como já se disse, ocorreu a cascadela, na qual se incorporaram muitas pessoas. Não faltou a animação, os moços, a espiga vermelha e a pinga de vinho. Para terminar a função, como era devido, os participantes dançaram um Vira, para delírio dos mais novos.
Foi mais uma jornada de inestimável valor cultural, que entre nós se realizou e que serviu para recordas a uns e dar a conhecer a outros (os mais jovens) estes trabalhos característicos da nossa terra e do nosso tipo de ruralidade os quais, pelo valor que possuem, não podem jamais ser esquecidos.
O apanhar da palha na terra (cortar o milho).

Carregar a palha do milho para a levar para a eira.

O desmantar (no Bunheiro cascadela) do milho.

Toda a informação e fotos, retirados do sítio da Junta de Freguesia do Bunheiro.

sábado, 15 de outubro de 2011

Pregões de outros tempos




Hoje encontrei este vídeo no you tube muito interessante, do Rancho Folclórico e Etnográfico da Pampilhosa, com uma representação de pregões. É através desta representação que se vê o bom trabalho de casa feito por este grupo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Nossa Senhora dos Navegantes 6

Mais algumas fotos da Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes. Estas são relativas ao interior da Capela no dia da festa.
A imagem que se encontra ao centro é de Nossa Senhora da Nazaré, já que a de Nossa Senhora dos Navegantes já se encontrava no Stella Maris para a procissão.


Azulejos no interior da capela com seus motivos marítimos bem característicos da nossa região.





Alguns objectos em cera (um barco, meia face e um estômago), ofertas de alguma promessa feita em hora de aflição, mas com grande devoção, como é característico dos povos da beira-mar.

Capela iluminada em dia de festa.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Nossa Senhora dos Navegantes 5

Hoje publicamos um link onde estão 146 fotos da procissão de Nossa Senhora dos Navegantes, entre a Gafanha da Nazaré e São Jacinto, publicadas no sitio do Porto de Aveiro. As fotos podem ser apreciadas aqui.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Nossa Senhora dos Navegantes 4

Depois de algum tempo sem visitar a blogosfera, aqui estou de volta, para publicar mais algumas fotos da Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes. As cinco primeiras fotos referentes a São Jacinto, as duas últimas do Forte da barra onde a procissão terminou.











quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Nossa Senhora dos Navegantes - 3

Hoje publicamos algumas fotos das várias embarcações que participaram na procissão de Nossa Senhora dos Navegantes deste ano. Não sendo dos anos em que participaram mais embarcações, elas foram apesar do vento forte que se fez sentir, em número bastante razoável. A traineira "Jesus nas Oliveiras", que a através do seu proprietário Srº Adelino Palão colabora connosco desde a primeira hora.

A embarcação "Travesso".

A motora "Esperança no Futuro", que este ano participou pela primeira vez, e que trouxe também a imagem de Santo Amaro.


A embarcação "Jeitosa", com a sua tendência clubística presente.

Os dois saleiros, (que de saleiros já têm pouco), com os grupos participantes.



As várias embarcações participantes, destacando-se o rebocador "Mercúrio", e os vários anónimos.A todos que participaram, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré agradece.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Nossa Senhora dos Navegantes - 2

Realizaram-se no passado fim de semana os festejos em honra de Nossa Senhora dos Navegantes, no Forte da barra, aqui na Gafanha da Nazaré. Como em todos os anos o ponto alto dos festejos, è a procissão pela ria com partida do Stella Maris, embarque nos barcos junto à Friopesca, passagem por S. Jacinto e meia laranja e desembarque no Forte da Barra. Foi mais um dia extraordinário, com uma moldura humana sempre presente durante todo o percurso, que embelezou muito a procissão pela ria. Pena foi, o muito vento presente durante todo o dia o que fez com que este ano não estivessem presentes tantas embarcações como em anos anteriores. Após a procissão realizou-se a missa, e no final um pequeno festival de folclore com os 3 grupos participantes. Com as conversas que tivemos no final do dia com os elementos dos grupos ficámos com a certeza de que tiveram um dia muito agradável, em viveram experiências que não irão esquecer nos próximos tempos. Ficam aqui algumas fotos da procissão, prometendo colocar outras nos próximos dias.









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