sábado, 13 de agosto de 2011

Festival de Folclore Praia da Barra 2011 - 2

Hoje colocamos mais algumas fotos da nossa actuação no festival de Folclore "Praia da Barra 2011. A primeira respeitante à moda "Madrugada". A segunda e terceira "Moda de Ir ao Meio". A quarta "Ciranda, e a quinta "Fado".







Festival do Bacalhau 2011


Durante cinco dias, o Bacalhau, preparado e confeccionado por Associações do Município, é o centro das atenções, numa Mostra Gastronómica onde não faltam Vinhos da Região Demarcada da Bairrada e as famosas Padas de Vale de Ílhavo. O Festival integra ainda diversas actividades e espectáculos, pensadas para todas as idades e para todos os gostos, como Fogo de Artifício na Água, Mostras de Artesanato, sessões de cinema ao ar livre, exposições, animação para crianças com insufláveis e concertos de música com presença de artistas consagrados.

Em 2011, o Festival do Bacalhau volta a marcar presença no belo espaço ribeirinho, o Jardim Oudinot, que durante os dias 17 a 21 de Agosto (Quarta-feira a Domingo) se voltará a encher de apreciadores da boa gastronomia portuguesa e da Região, cuja ementa inclui ainda um programa de animação variado e aliciante, esperando-se uma afluência de público igual ou superior a 2008, 2009 e 2010.

PROGRAMA 2011

Todos os dias

Mostra gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau
12h00 – 15h00 Almoço
19h00 – 24h00 Jantar
18h00 Matinée de Cinema ao ar Livre
22h30 Show Cooking
Animação; Exposições; Artesanato; Provas de Vinho, Espectáculos
Org.: Câmara Municipal de Ílhavo / Confraria Gastronómica do Bacalhau
Jardim Oudinot – Gafanha da Nazaré

17 de Agosto Quarta-feira

18h00 Abertura do Festival do Bacalhau
Navio Museu Santo André
22h00 Espectáculo com Rita Redshoes
Org.: Câmara Municipal de Ílhavo / Confraria Gastronómica do Bacalhau
Local: Jardim Oudinot – Gafanha da Nazaré

18 de Agosto Quinta-feira

12h00 - 24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau
22h00 Espectáculo com Emanuel
Org.: Câmara Municipal de Ílhavo / Confraria Gastronómica do Bacalhau
Jardim Oudinot – Gafanha da Nazaré

19 de Agosto Sexta-feira

12h00 24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau
22h00 Mega-Baile com Grupo Sequência e Serenna
Org.: Câmara Municipal de Ílhavo / Confraria Gastronómica do Bacalhau
Local: Jardim Oudinot – Gafanha da Nazaré

20 de Agosto Sábado

17h30 – 21h00
Rota das Padeiras
Jardim Oudinot, Gafanha da Nazaré

12h00 24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau
22h00 Espectáculo com Camané
Org.: Câmara Municipal de Ílhavo / Confraria Gastronómica do Bacalhau
Local: Jardim Oudinot, Gafanha da Nazaré

21 de Agosto Domingo

12h00 - 24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau
22h00 Espectáculo com Miguel Gameiro
Org.: Câmara Municipal de Ílhavo / Confraria Gastronómica do Bacalhau
Local: Jardim Oudinot – Gafanha da Nazaré



(Informação retirada do site da C.M.I.)



O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré estará presente neste Festival do Bacalhau com a sua tasquinha. Visite-nos, prove um bom bacalhau e assista aos espectáculos musicais. De certeza que ficará com água na boca, tais as especialidades que o nosso amigo António irá preparar.
Apareça...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Festival de Folclore Praia da Barra 2011 - 1

Foi no passado domingo pelas 16:00, que se realizou na Praia da Barra, junto ao Farol, o Festival de Folclore Praia da Barra 2011. Como esteve um excelente dia de praia, a organização do festival, imaginou que não estaria muito publico a assistir, mas todavia isso não se veio a concretizar, tendo sempre uma boa moldura humana a aplaudir, todos os grupos que passaram pelo palco. Dizemos mesmo que esteve mais publico que em anos anteriores, em que o festival é realizado ao principio da noite, e quem assiste acaba por apanhar com o vento norte frio, característico das noites de verão. Penso que por parte da direcção, não sendo uma situação para já para continuar, foi contudo uma solução possível que termina com nota positiva. Parabéns a todos os grupos participantes pela excelente mostra folclórica com que nos presentearam. Ficam aqui algumas fotos da nossa actuação, prometendo desde já colocar mais nos próximos dias.
O nosso símbolo "O Barco Moliceiro"

A nossa entrada em palco








A Modinha "Serraninha"


E o tradicional "Malhão" em coluna tão característico desta região.




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Festival de Folclore Praia da Barra 2011

É já no próximo domingo que se realiza o Festival de Folclore Praia da Barra 2011. Este ano e a titulo excepcional vai realizar-se ao domingo, mas contamos que no próximo ano, volte ao formato normal, que é ao sábado. Esperamos que o facto de este ano ser ao domingo à tarde, não seja um motivo, para todos aqueles que estão nas nossas praias, não nos venham ver.

Os grupos participantes são os seguintes:


- Ronda típica da Meadela - Viana do Castelo.


- Grupo Folclórico de Danças e Cantares da A.C. de Vilarinho - Coimbra.


- Rancho Folclórico de Paço de Sousa - Penafiel.


- Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.


O programa é o seguinte:


12:00 - Recepção aos grupos participantes.


13:00 - Almoço.


15:00 - Partida dos autocarros para a Praia da Barra.


16:00 - Inicio do Festival junto ao Farol.


Todas as pessoas estão convidadas a participar neste festival marcando a sua presença junto ao ex-líbris da Praia da Barra, que é o seu Farol.


Pode consultar também, toda a informação relativa aos grupos presentes:


Ronda Típica da Meadela aqui, Rancho Folclórico de Paço de Sousa aqui e Grupo Folclórico de Danças e Cantares de A.C. de Vilarinho aqui.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

XXVIII Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré 3

As fotos que hoje publicamos pertencem ao Rancho Folclórico de Santo André de Friande - Felgueiras, grupo este que participou no nosso festival, aqui na Gafanha da Nazaré.



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

XXVIII Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré 2

Hoje publicamos algumas fotos do nosso festival relativas ao pequeno desfile efectuado até ao palco. As fotos publicadas são relativas ao Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego da região de Abrantes.



De realçar, além das caras bonitas, o pormenor dos Botões das jaquetas dos rapazes.

domingo, 31 de julho de 2011

XXVIII Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré 1

Depois de algum tempo de interregno aqui deixo as primeiras fotos do nosso festival de folclore. Por falta de tempo, e também com um pequeno período de férias pelo meio, aqui estou de volta. Deixo pois as minhas desculpas a todos que nos costumam acompanhar aqui neste sítio. As fotos que hoje apresento são do cenário do nosso festival no dia 09 de Julho de 2011.






sexta-feira, 22 de julho de 2011

XXXI Festival de Folclore Luso/Chileno

É já amanhã que iremos a Paço de Sousa representar a nossa cultura e a nossa etnografia, levar mais uma vez o nome da Gafanha da Nazaré a outras terras e outras gentes.

A convite do Rancho Folclórico de Paço de Sousa, participaremos no seu Festival Internacional de Folclore.


O programa é o seguinte

18:30 - Chegada dos grupos.

18:45 - Jantar na Escola EB 2/3 de Paço de Sousa.

20:45 - Sessão de boas vindas com entrega de lembranças na Sede Social.

21:30 - Concentração dos grupos junto ao local do festival.

21:45 - Inicio do festival.

24:00 - Encerramento do Festival.



Grupos participantes:

- Rancho Folclórico de Paço de Sousa -Penafiel.

- Grupo Tradicional "Os Casaleiros" - Azambuja.

- Rancho Folclórico da Casa do Povo de Tábua - Tábua.

- Rancho Folclórico Regional do Seixo - Montemor-o-Velho.

- Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré - Ílhavo


- Rancho Folclórico da Trofa - Trofa


- Ballet Folclórico Municipal de Rancagua - Chile

quarta-feira, 20 de julho de 2011

31º Festival Luso / Chileno




Paço de Sousa


ESPRAIA-SE o casario desta extensa, ridente, populosa, fértil e histórica freguesia, pelos outeiros, veigas e vales que derivam do monte de Ordins, contraforte do Mósinho, e tem por limítrofes as freguesias de Galegos, Irivo, Fonte Arcada e Lagares, é além rio Sousa, Parada de Todeia e Cête. Jaz no Vale do Sousa, e é banhada a norte e poente por esse rio.

Dista 8 quilómetros da sede do concelho, Penafiel, e 30 quilómetros da capital de distrito, o Porto. É servida por boas estradas e pela estação de Cête, da linha-férrea do Douro, que lhe fica a meio quilometro.Bons prédios antigos e modernos, disseminados entre opulento arvoredo, esmaltam toda a área da freguesia, comunicando-lhe certo ar de nobreza, conforto e alegria e brindam o forasteiro, em época de natureza viva, com uma encantadora paisagem de beleza rural.

A vetusta igreja paroquial, jóia de arte medieval que evoca a história de 40 gerações e o convento anexo, só se vêem de perto, porque se escondem no fundo de um estreito vale. Aquece-os a memória de Egas Moniz, porto-heroi e símbolo da lealdade portuguesa.Novo panorama de relevo, cheio de beleza e vida, confere a freguesia à Aldeia do Gaiato, erguida na colina sobranceira ao mosteiro, a nascente.O povo da freguesia, bom, acolhedor, inteligente e laborioso, dedica-se a todos os ramos de actividade social, predominando a lavoura.

Milénios antes de nós, enquanto as águas do Sousa não romperam passagem através da garganta granítica do Penedo, a parte central e baixa da freguesia esteve submersa nas águas do rio e se não fora a previdência dos nossos maiores em subjugar a corrente das águas com o açude lançado a nascente da referida garganta, o leito do rio estaria hoje muito mais baixo, com o manifesto prejuízo para a conservação e fertilidade dos campos da fecunda bacia central.

Quando se fundou o mosteiro, em meados do século X, a área actual da freguesia encontrava-se repartida em três minúsculas freguesias a saber: S. Martinho de Velhos (de apud veteres ou abovedres), S. Lourenço e Santa Ovaia, hoje simples lugares da freguesia.A fundação do mosteiro deu origem a outra freguesia ultra-minúscula entre essas três – a freguesia do mosteiro, com a invocação de Santa Maria do Corporal. Esta cresceu em importância estimativa, e o Bispo do Porto D. Julião, em 1259, incorporou as três freguesias do mosteiro, com o título de Santa Maria do Corporal de Paço de Sousa, com capelão próprio, do clero secular, apresentado pelo D. Abade do mosteiro, e com esse título e nessa qualidade veio até 1596. Assim a freguesia mais nova e mais pequena absorveu a população das três, e tornou-se o epónimo da extensa freguesia de Paço de Sousa. Em 1596 acabaram os capelães seculares de Paço de Sousa, a paroquia foi feita regular e anexa perpetuamente ao mosteiro, por Breve Clemente VIII que conferiu as igrejas monásticas a regência de párocos regulares. A igreja actual, monástica até essa data, tornou-se portanto pública e paroquial. No dia 1 de Novembro de 1596 tomaram os beneditinos a paroquiação da freguesia que, desde essa época, se intitula oficialmente freguesia do Salvador de Paço de Sousa por ser o Salvador (Transfiguração) a invocação do mosteiro e da igreja monástica, e a paroquiaram até 1834, em que foram extintas as ordens religiosas.

A igreja do Corporal, paroquial e panteão do fundador e descendentes, foi demolida em 1605, depois de uma gloriosa existência de 643 anos (942-1605). Era contígua à igreja monástica, a norte, e com ela comunicava interiormente pelo transepto; ocupava parte do espaço do actual cemitério paroquial. Desconhece-se o estilo arquitectónico e o tamanho desta igreja; sabe-se, porém, que era um edifício nobre e de trabalho. Também se chamava igreja mística (mista) de Paço de Sousa, por estar anexa à monástica, comunicar com ela, e ambas terem despesas conjuntas, que corriam pela mesa conventual. delicado.

Do paço de D. Truitesino Galindiz fundador do mosteiro, e por estar situada no vale do Sousa e à margem do rio, identificador natural de inúmeras localidades, deriva a freguesia o seu nome de PAÇO DE SOUSA.



Padre José Monteiro de Aguiar
(in OBRA DA RUA, de Padre Américo, 1946)


(Brevemente daremos conta do programa desta visita a Paço de Sousa, a convite do Rancho Folclórico de Paço de Sousa, para participar em mais um Festival de Folclore.)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Rancho Folclorico de Linhaceira 1

Hoje irei publicar algumas informações sobre a aldeia de Linhaceira e sobre o seu Rancho Folclórico. No sitio da Wikipédia encontramos o seguinte.


Linhaceira é uma aldeia situada no norte do distrito de Santarém, concelho de Tomar e freguesia e paróquia de Asseiceira. Tem cerca de 1200 habitantes, dos quais 941 são eleitores.
Do seu património destacam-se duas igrejas, várias fontes,uma casa do povo,um centro social e uma associação cultural que possui também um campo de jogos. A associação local de seu nome ACR Linhaceira possui um rancho folclórico bem como diversas equipas de futebol nos diferentes escalões que ajudam a promover esta bela localidade.
A aldeia tem a sua festa anual em honra de N. Sª. Conforto dos Aflitos no primeiro fim de semana de Julho. No entanto a festa que atrai mais pessoas a esta localidade é sem dúvida o Carnaval, sendo de destacar o corso alegórico preparado pelos habitantes e que se desenrola no domingo de Carnaval.
A Linhaceira aparece referenciada como lugar do termo de Asseiceira, já no ano 1758, na pág 205 do Tomo I das "Memorias Paroquiais", interrogatório que o Secretario de Estado os Assuntos do Reino, Sebastião de Carvalho e Melo, Marques de Pombal, pede a todos os párocos do reino, sobre as paroquias e povoações, pedindo as suas descrições geográficas, demográficas, históricas, económicas, e administrativas, bem como os estragos provocados pelo terramoto de 1 de Novembro de 1755.


Também do sitio you tube retirei este vídeo da modinha Fado Batido dançado por este grupo.



São estes os predicados que iremos encontrar no próximo sábado, quando nos deslocarmos a Linhaceira.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Rancho Folclórico de Linhaceira

No próximo sábado iremos actuar em Linhaceira, no Festival de Folclore do Rancho local. O programa é o seguinte


17:30 - Recepção aos grupos.


18:00 - Sessão de boas-vindas e entrega de lembranças.


18:30 - Jantar.


20:15 - Concentração dos grupos junto ao local do festival.


20:30 - Inicio do festival.


Grupos participantes:


- Rancho Folclórico de Linhaceira (Ribatejo-Templários).


- Rancho Folclórico de Baião (Entre Douro e Minho).


- Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré (Beira Litoral).


- Grupo Fol. Associação Cul. Desp. e Recreativa de Meãs (Beira Litoral).


- Rancho Folclórico os Camponeses da Peralva ( Ribatejo-Templários).




Todos aqueles que estão de férias ou estejam de fim-de-semana por esta região, estão convidados a participar neste festival.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Rancho Folclórico de Torres Novas

Por manifesta falta de tempo, ainda não tinha colocado o historial do rancho em titulo, assim aqui fica o meu pedido de desculpas aos leitores deste blog.

O Rancho Folclórico de Torres Novas, fundado a 8 de Janeiro de 1958, apresentou nesse mesmo ano, pela primeira vez os seus trajes, danças e cantares na feira do Ribatejo em Santarém. Torres Novas, importante vila de outrora, foi elevada a cidade no ano de 1985.

As recolhas foram feitas de Norte a Sul deste concelho, localizado na província de Ribatejo, onde o Bairro, a Charneca e a Lezíria se confrontam. A Norte, para o qual estamos voltados, o bairro onde reina a beleza, a harmonia e as cores pardas contrastando com a alegria e as cores vivas da gente rural.

Como principais danças, destacam-se os Fadinhos, Verde Gaios, Valsa e Moda a Dois Passos, Fados, Bailaricos e claro os Fandangos. Os Trajes representam fielmente, as vestes das gentes de Torres Novas nos finais do século XIX e inícios do século XX, onde as cores e temperamentos distintos se aliavam num só.

Associado na Federação do folclore Português, membro da Associação de Defesa de Folclore da Região dos Templários e Sócio Efectivo do Inatel.

Como tal, é com orgulho que revelamos que o rancho Folclórico de Torres Novas è um justo representante do Folclore Torrejano e do Ribatejo.

domingo, 10 de julho de 2011

Augusto Gomes dos Santos

Recebemos ontem o seguinte comunicado da Federação do Folclore Português:

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS DE LUTO

Cumpre-nos o doloroso dever de informar que faleceu o Sr. Augusto Gomes dos Santos (Comendador) Fundador da Federação do Folclore Português e seu Presidente Honorário. 23 de Julho de 1924 - 09 de Julho de 2011

Estará em Câmara Ardente na sede da Federação do Folclore Português, Arcozelo - Vila Nova de Gaia, a partir das 15:00 horas de amanhã (domingo - 10 de Julho) até às 10:00 horas de segunda-feira, donde partirá em Cortejo Fúnebre para a Igreja local, onde será celebrada Missa de Corpo Presente, e no final irá a enterrar no Cemitério local. Por tudo o que o Senhor Augusto Santos fez e representa para o Folclore e para todos nós, apelamos a que os Grupos marquem a sua presença com, pelo menos, um par trajado.

A Direcção
A Secretaria da Federação do Folclore Português

Este blog e a Direcção Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré apresenta as condolências a toda a família e à Federação do Folclore Português associando-se neste momento de dor.

Para mais informação sobre Augusto Gomes dos santos aqui.

sábado, 9 de julho de 2011

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego - Abrantes

Hoje é dia do nosso festival e aqui fica o historial do grupo de Abrantes.
O Rancho Folclórico do Pego é o principal embaixador itinerante do nome e da cultura pegacha.
Formado em 1952, inicialmente com seis pares, uns ferrinhos, um saxofone e um acordeão, tinha o nome de "Marchas do Pego" pois, o seu objectivo era o de dançar durante os santos populares, no carnaval, pelos reis, etc.
Em Junho de 1953, pelo apelo de fazer juntar as danças, os cantares e os trajes que eram característicos da época 1900-1920 que se sabia existirem no Pego, mudou de "Marchas do Pego" para "Bailarinos do Pego".
Exibiu-se pela primeira vez como "Bailarinos do Pego" na primeira feira do Ribatejo, hoje também chamada feira nacional de agricultura em Santarém, onde ganhou especial ânimo e, desde então, não parou mais a sua actividade. É em consequência, o mais antigo grupo do Ribatejo com vivência ininterrupta.
Com o aumento dos seus componentes e a criação da Casa do Povo, passou a designar-se "Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego", nome que ainda hoje mantém.
O Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego é, também, membro da Federação Portuguesa de Folclore.



Pode encontrar mais informação aqui ou ouvir as suas modas aqui.

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