quinta-feira, 24 de março de 2011

Arte Xávega

Hoje através de um email, recebi estas fotos que quero partilhar com todos os que nos visitam neste blog. São fotos de extrema beleza, mas que mostram bem a dureza desta arte de pesca, a Arte Xávega. Pena é, já não ser possível ver nas nossas praias este tipo de pesca, utilizando somente a força do homem e dos animais. Aqui ficam as fotos.



Fotos da autoria de Cmendes.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Almoço de Angariação de Fundos

Como já tinha sido anunciado, realizou-se no passado domingo, dia 20.03.2011, um almoço de angariação de fundos para esta associação.
Nunca é demais lembrar que a realização de uma tarefa destas envolve muitas pessoas, trabalho e responsabilidade para que tudo corra de feição!
Aqui ficam algumas imagens que registam os momentos de preparação e de trabalho, agradecendo desde já a todos quantos, de uma forma ou de outra, colaboraram com esta iniciativa mais uma vez! Bem haja!

As Cozinheiras - sempre bem dispostas!

O Rubem - responsável pelo assador!

O Sr. Acácio e o Sr. Armando

sábado, 19 de março de 2011

Fortificações da Barra de Aveiro - 1


Forte da Barra
Quanto ao actual Forte da Barra, conhecido até 1830 como “Castelo da Gafanha” (8), não temos a certeza exacta da data da construção, sobre a qual existem algumas teorias. Parece-nos, todavia, mais consistente a teoria de que o Forte da Aveiro não deveria ter sido construído no principio do século XVIII, como defende Carlos Pereira Callixto (9), o que também é opinião de Marques Gomes porque “reinava grande miséria em Aveiro e arredores. A freguesia de S. Gonçalo tinha 170 fogos, dos quais somente 30 possuíam terras suas, sendo a restante população muito pobre e a freguesia da Vera Cruz contava 455, na sua maioria também muito pobres. A população de Aveiro que em 1658 era de 10 000 habitantes aproximadamente, descera em 1736 para 5 300 indivíduos” (10). De facto, com a barra fechada e a zona lagunar alagada e praticamente sem navegação costeira, não parece lógico nem crível que o rei D. João V (1706-1750) tivesse determinado quaisquer construções de carácter militar, pois, durante o seu reinado, Aveiro e arredores encontravam-se em franco declínio (11) devido ao assoreamento da barra que vinha a definhar desde finais do século XVI e a partir de 1685 não cessava de piorar. “De resto, D. João V nenhumas fortificações mandou construir na costa de Portugal, limitando-se a reedificar as já existentes, e como a construção dos fortes e fortalezas não era feita separadamente mas sim obedecendo a um plano geral, não é provável que o Forte da Aveiro tivesse sido principiado nos começos de século XVII (12). Ora, sabemos que desde os meados do século XVII, a barra de Aveiro estava situada ao sul da Vagueira (13), bastante longe daquele que é ainda o local onde existe o forte. Se nesse tempo, mercê de algum plano régio, se desejasse construir uma fortificação para defender a barra do Vouga, não seria por certo escolhido o local onde hoje vemos o forte, pois ficava a cerca de légua e meia da entrada da barra o que quer dizer que aqui não impedia a entrada de qualquer inimigo nem sequer alguém se poderia aperceber da sua passagem, já que a caminho de Aveiro não necessitava de passar nesse local. Como podemos, pois, admitir de ter sido o Forte de Aveiro construído nos princípios do século XVII?

Trabalho elaborado pelo Sr. Cardoso Ferreira sobre as Fortificações da Barra de Aveiro, e que foi publicado no Boletim nº 17 de Agosto de 1989 da ADERAV – Associação de Defesa e Estudo do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro. (Continua).
Notas Bibliográficas
8-João Viaera Resende . "Monografia da Gafanha". Pag.173.
9 e 12-Carlos Pereira Callixto, "Defesa Nacional", revista nº 285/286, Janeiro de 1958, Pg. 227.
10-Comandante Silvério Rocha e Cunha, "Relance da história económica de Aveiro". Pg. 27.
11-Diamantino Antunes do Amaral, "Coisas do Passado de Aveiro". Pg. 39.
13-João Gonçalves Gaspar, "Aveiro Notas históricas". Pg. 94.

terça-feira, 15 de março de 2011

Fotos 14

Fotos da recepção na Câmara Municipal de Gouveia, quando se realizou o Festival de Folclore nessa cidade, em 1990.





domingo, 13 de março de 2011

Almoço de Angariação de Fundos

No próximo Domingo dia 20-03-2011 o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, vai organizar um almoço de angariação de fundos, na Colónia Agrícola, no Centro de Recursos Mãe do Redentor.
A ementa é a seguinte:
Entradas
Sopa
Bacalhau assado na brasa
Sobremesas diversas
Para efectuar reservas, podem contactar qualquer elemento do Grupo.
Contamos consigo, para fazer deste almoço um grande convívio.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Fortificações da Barra de Aveiro

Nestes próximos dias iremos transcrever um pequeno trabalho elaborado pelo Sr. Cardoso Ferreira sobre as Fortificações da Barra de Aveiro, e que foi publicado no Boletim nº 17 de Agosto de 1989 da ADERAV – Associação de Defesa e Estudo do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro.

Torre de Vigia da Barra
A primeira fortificação existente na região próxima de Aveiro foi a Torre de Vigia (1).
Esta fortificação não seria mais do que uma simples torre de observação, edificada no reinado de D. Afonso III, com a finalidade já de conter ou, pelo menos, de advertir a população aveirense da aproximação dos piratas, nomeadamente norte-africanos e do norte da Europa, que costumavam atacar a região.
No século XV, com os Descobrimentos, o desenvolvimento da pesca longínqua, principalmente do bacalhau na Terra Nova, provocou um crescimento económico da região, o que levou o Infante D. João I, a mandar reedificar a Vila de Aveiro e a construção de soberbas muralhas (2).
A torre de vigia estava situada, segundo a “Provisão de 1584”, a meia légua da barra e a légua e meia da Vila de Aveiro. A barra, nessa época, situava-se mais ou menos onde hoje está a Costa Nova, pelo que a referida torre bem poderia estar localizada onde hoje existe o Forte da Barra (3), mas opinião muito diferente é a do estudioso Padre João Vieira Resende, que defendia a sua localização algures entre a Torreira e S. Jacinto (4).
Na planta levantada em 1778 pelo tenente-coronel Elsden e pelos oficiais engenheiros Manuel de Sousa Ramos e Izidoro de Paula Pereira, vem mencionada a palavra Torre na língua de areia que separa a ria do mar e por baixo da Ermida de Nossa Senhora das Areias (S. Jacinto) (5).
Como curiosidade e em abono da verdade deve dizer-se que a construção das muralhas de Aveiro decorreu entre 1418 e 1422 (6). Junto à “Porta do Cais”, nas muralhas, ficava um torreão. Nesse torreão deveriam ser recebidos os avisos luminosos (por fachos) emitidos nas torres de vigia de protecção à costa. Para além da torre de vigia da Barra, existiriam mais algumas, nomeadamente, a de S. Julião, junto ao rio Vouga; na Ermida da Torre, perto de Esmoriz; ao lado sul, existiriam as da Ermida de Vagos e uma outra, na estrada a sul de Vagos (7).

Notas Bibliográficas:
1-Carlos Pereira Callixto, “Defesa Nacional”, revista nº152, Dezembro de 1946, Pag. 21.
2-Amaro Neves, “Aveiro, historia e arte”, Pag.13.
3-Orlando Oliveira, “Origens da ria de Aveiro”, Pag. 34.
4-João Vieira Resende, “Monografia da Gafanha”, Pag. 63
5-Carlos Pereira Callixto, Ibidem.
6-Amaro Neves, Ibidem.
7-Carlos Pereira Callixto, Ibidem, Pag. 222.

(Continua)
Boas leituras

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia de Entrudo

Hoje é dia de Entrudo. Seria bom recordar o que aqui já foi escrito sobre o entrudo nas terras das Gafanhas. Vamos recordar aqui.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Fotos 13



sábado, 26 de fevereiro de 2011

Infância 1

(Continuação)
O exemplo só serve para confirmar o muito que se passava para obter assistência médica.
Cada casal tinha em média seis a oito filhos. (…) Aos três anos começava a ajudar os pais: abana a canastra com o seu mais recente irmão, faz-lhe festas, põe-lhe na boca a chupeta e entretém-no enquanto a mãe ajuda o pai nas lides do campo. A mãe levanta-se cedo com o pai, recomendava o bebe ao filho e lá iam surribar a terra para batatas, cavá-la para semear milho ou apanhá-lo à foicinha para cascar…A partir dos seis anos já dava mais lucro que despesa. Descalço, de pila ao léu, com uma camisita de pano barato e um carapuço na cabeça, já tangia o boi ao engenho e desfazia lama na água, tomava conta da fogueira e preparava a comida do porco.
(….)
Mas era em casa que os pais iam, seguindo os hábitos tradicionais, educando religiosamente os filhos. A generalidade dos casais e com eles os filhos e os criados, se os havia, tiravam o chapéu e benziam-se antes de comer. Acabada a refeição levantavam-se, rezavam em Padre-Nosso e uma Avé-Maria, benziam-se e quase em uníssono pediam a bênção ao pai e à mãe, dizendo: “Bote-me a bença, Senhor Pai; bote-me a bença, Senhora Mãe”.
(…)
O nascimento do primeiro filho, não impedia a jovem mãe de acompanhar o marido nas lides do campo. De quando em vez vinha dar uma espreitadela. Quando julgava conveniente regressava para alimentar o bebé, cozinhar umas batatas com pele e peixe para o almoço do casal e dar de comer ao gado.
À tarde levava-o para a terra num berço ou canastra assistindo-o quando chorasse e dando-lhe mama. As mães jornaleiras faziam o mesmo sob os olhares compreensivos do patrão. Se já havia em casa um irmão mais velho ou criadita, era eles a quem se incumbia olhar pelo bebé que ia crescendo com o chilrear do passaredo, o cântico da irmãzita, ou o embalo da mãe. Quando maiorzitos, entretinham-se com outras crianças que acompanhavam as suas mães que prestavam serviço como jornaleiras ou a trocar tempo.
Cresciam com plantas do campo, observando os bezerritos a puxar o carro ou o arado e os pais a cuidarem de tudo. Lenta e paulatinamente iam-se familiarizando com os trabalhos do campo e adquirindo hábitos que perdurariam por toda ávida. Aos seis, sete anos já faziam jeito: acendiam o lume para cozer as batatas que a mãe deixava na panela antes de ir para o trabalho com o pai, desfaziam a lama para que a água não se perdesse pela regadeira, infiltrando-se no solo e tocavam o boi que puxava o engenho ou a carroça.
Entretidos no seio familiar só aos domingos à tarde lhes sobrava tempo que ocupavam com os amigos na procura de ninhos, nos jogos de bilharda e barra ou em disputadíssimos jogos de futebol com bolas de trapos.

Terrenos agricolas na Gafanha da Nazaré


Do livro "Gafanha da Boa Hora e o seu Povo" do Drº. Manuel Martins Costa.

Boas leituras.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Fotos 12

Ao longo dos cerca de trinta anos de vida do Grupo, este foi felizmente dos poucos percalços que tivemos. Nesta situação, ocorreu um rebentamento de um pneu, na antiga IP5, junto a Viseu, a caminho de Gouveia. Aqui fica o registo.




domingo, 20 de fevereiro de 2011

Infância

Para complementar um pouco o que já aqui falamos sobre o baptismo na Gafanha, hoje irei transcrever o que o livro “Gafanha da Boa Hora e o seu povo” do Dr. Manuel Martins Costa, nos diz sobre a infância na Gafanha da Boa Hora, que não era muito diferente da nossa.
A infância
(…)
Tratam-nas com maneiras razoáveis para ganharem a sua confiança mas, não raras vezes usam meios severos e recorrem a castigos corporais, certos que o temor do castigo é o melhor remédio para desencorajar os filhos de práticas que os pais não desejam.
Também têm preocupações com a sua higiene e saúde física. Mas as suas carências e os afazeres múltiplos impedem uma eficaz assistência. Mas primam por lavá-los à noite e dar-lhes roupa limpa embora pobrezinha e com frequência, remendada. Numa grande panela aquecia-se água ao lume enquanto se ceava. Finda a ceia uns arrumavam a mesa, lavavam a bacia de comer e os garfos ou colheres, outros iam buscar o alguidar de barro vermelho envidraçado para lavagem das pernas. Recorde-se que todos andavam descalços e de calças arregaçadas, o que os obrigava a lavarem as pernas à noite. O pai era o primeiro seguido da mãe. Os filhos iam esperando pela sua vez sentados na pilheira e em redor do borralho. A ordem era pelos mais velhos. Só quando a água estava muito suja era despejada na estrumeira e substituída por outra limpa e quente. Se os filhos eram poucos lavavam-se todos na mesma água.
Só então se ia para a cama. As crianças pequenas eram lavadas no final pela mãe no mesmo alguidar mas em água morna e limpa. De manhã, ao levantar, lavava sempre a cara em água fria para auxiliar a despertar e recomeçar a azáfama da vida. Como não havia casa de banho os filhos, quando julgassem necessário e oportuno, iam à Ria tomar banho, nadar, lavar-se. A maior parte das vezes faziam-no quando da apanha do moliço, da lama ou da pesca. Isso não impedia a lavagem em casa de todo o corpo em água morna dentro de grandes bacias.
(…)
Os pais preocupavam-se com a doença dos filhos. Sofriam com eles e tudo tentavam para os curar. Recorriam a mezinhas caseiras, ao médico e em última instância, a bruxedo. De salientar que o recurso ao médico só tardiamente o faziam. A Gafanha, sem estradas e isolada de Vagos pelas dunas, sentia dificuldades tremendas para consultar um médico. (…) Recordo-me que, nos primeiros anos de trinta, um homem foi anavalhado numa daquelas rixas de copos. Os familiares atarantados e de poucos recursos, optam por o transportar de barco para Aveiro onde, já infectado, veio a falecer.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Nova época folclórica




Inicia-se este sábado a nova época folclórica do Grupo Etnográfico. Após os Cantares de Janeiras, tradicionais e típicos deste início de ano, eis chegada a hora de começar os ensaios para preparar a época de 2011.


Um Grupo de folclore vive da "carolice" dos seus elementos mas precisa de renovação constante. Os anos não perdoam e os mais antigos precisam de preparar alguém para os substituir. Por outro lado, alguns dos novos, devido à sua vida de trabalho ou académica, não estão sempre disponíveis para ajudar nos compromissos que vamos assumindo perante outros grupos e associações.


Deste modo, convidamos todos aqueles jovens que gostam de preservar a cultura dos seus antepassados a juntarem-se a nós. Os nossos ensaios ocorrem , normalmente, aos sábados à noite. Se gostas de preservar a tua herança cultural , de convívio e de conhecer outras culturas e tradições, junta-te a nós. Aparece na nossa sede, na Rua Cooperativa Humanitária, nº 11 ou informa-te junto de elementos do Grupo Etnográfico.


Ficamos à vossa espera!!!

III Encontro de Janeiras da Meadela


No passado dia 12 estivemos presentes , como anunciamos aqui neste blog, no III Encontro de Janeiras da Meadela, em Viana do Castelo. Numa noite fria mas quente de calor humano e harmonia, assistiu-se a um espectáculo rico de tradições.
O Grupo anfitrião, a Ronda Típica da Meadela, fez questão de receber da melhor maneira um grupo de cantadores de Janeiras, numa sala com excelentes condições, que proporcionaram um bom espectáculo perante um numeroso e interessado público.
No final, um convívio entre os grupos participantes, de modo a preparar o estômago para a viagem de regresso.
Foi mais uma oportunidade para o Grupo Etnográfico mostrar a riqueza das suas tradições e levar bem longe o nome da nossa terra.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Fotos 11

Aqui estão mais algumas fotos que fazem parte da historia deste grupo. Estas são do Festival de Folclore de Argoncilhe, no dia 05 de Agosto de 1990.





sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ronda Típica da Meadela



Aqui fica o historial da Ronda Típica da Meadela, Grupo que iremos visitar amanhã, aquando da realização do III Encontro de Janeiras da Meadela.


Historial
A Ronda Típica da Meadela, fundada em 1960 pelo etnógrafo José Figueiras, apresentou-se em público pela primeira vez, num serão de arte poética Luso-Galaica, organizado pela Comissão de Festas da sua freguesia. Teve a seu cargo, como simples “tocata”, composta por quatro elementos, um fundo musical de recitais de autores minhotos, de puro sabor local.
O acolhimento que a crítica lhe dispensou e a simpatia de que foi rodeada encorajaram a constituição do grupo, com todas as características próprias de uma autêntica “Ronda Típica”, em conformidade com as usanças de antanho.
A evolução foi rápida, e logo a direcção resolveu acompanhar o trabalho de divulgação regionalista que a Ronda vinha tomando de entusiasmo por todo o País.
É, ainda, no mesmo ano, que a Ronda se apresenta com a respectiva tocata em plena forma, num esperançoso coro de canções minhotas e números coreográficos a que soube dar a alegria, a leveza e o perfil inconfundível das manifestações de arte das gentes minhotas do recanto Vianês.
As palavras de incitamento despertaram a confiança indispensável ao prosseguimento dos propósitos. Só interessava trabalho construtivo capaz de convencer como convenceu – pelo seu cunho rebelde a abastardamentos e fantasias, com respeito das realidades que assim têm vindo a manter-se, mercê da gente moça, da Ronda Típica da Meadela, afecta sempre aos velhos usos que herdou.
Cerca de dois anos depois, recebe o primeiro convite francês para festejar a data comemorativa da Tomada da Bastilha, que haveria de ser começo de acção em vários outros locais, também situados em França, bem como Espanha, Suíça, Bélgica, Alemanha, Áustria e Festivais Nacionais e Internacionais, numa sucessão de êxitos, que continua e conserva.
Toda a riquíssima variedade do indumento do Alto Minho é apresentada por este agrupamento regional, cujas danças têm o sabor castiço dos bailados de Viana, e, os seus cantares recordam-nos o ambiente festivo dos serões, das malhadas, das sachas e das vindimas que amenizam o peso das tarefas por terras Limianas.
Retomando um velho uso em 1993, a Ronda Típica tocando e cantando porta a porta, devolve à Meadela uma tradição que também lhe pertence ao apresentar As Janeiras.
Em 1994 dá vida a um projecto, contemplando a época baixa e que passaria no ano seguinte a contar com a Junta de Freguesia da Meadela, Junta de Freguesia de Monserrate e Junta de Freguesia de Santa Maria Maior na sua organização – O Festival de Maio.
Como um espaço aberto às mais variadas manifestações de arte, surge a I Semana da Cultura, na Meadela, em 1996, servindo assim de prólogo às Festas da Meadela. Em 2009, a Ronda realizou as I Jornadas de Cultura Popular de Viana do Castelo, bem como uma Conferência subordinada ao tema “Associativismo”, para as quais foram convidados diversos especialistas nas matérias, tendo alcançado um êxito superior às expectativas.
Analisando o resultado positivo, continuamos confiantes no presente, orgulhosos do passado e cada vez mais esperançados num futuro promissor.


Historial retirado do sitio http://www.rondatipicadameadela.com/, onde pode colher mais informação sobre o grupo.

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