Se alguns antigos elementos do grupo, tiverem algumas fotos que queiram publicar, podem enviar para este blog. Sempre que for possivel publicaremos fotos que fazem parte da história deste Grupo.


" O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré foi fundado no dia 1 de Setembro de 1983, com o propósito de defender os usos e costumes dos nossos antepassados, isto é, dos que habitaram as Gafanhas desde o séc. XVII..."


Aspecto da procissão pela Ria.
O Padre Francisco presidiu à celebração.
A Filarmónica Gafanhense acompanhou a procissão e no final da Eucaristia actou para todos quantos se encontravam junto à Capela de Nossa Senhora dos Navegantes.
Aspecto da procissão junto ao cais de embarque.
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No final da Missa Campal, e para terminar em beleza esta Romaria, assistiu-se a um Festival de Folclore com a presença do "Grupo Folclórico Os Ceifeiros da Corujeira", de São Martinho do Bispo, Coimbra, e do "Grupo Folclórico de São Torcato", de Guimarães, além do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.


Recebemos, do nosso grande amigo Franco Gambino, umas fotografias da nossa digressão por terras italianas, mais concretamente da Sicília, em Agosto de 1996. Já lá vão uns anos e todos parecemos mais novos. Alguns já não fazem parte integrante do Grupo Etnográfico, mas todos contribuiram para levar bem alto o nome da Gafanha da Nazaré e do concelho de Ílhavo.Amanhã, sábado, dia 11 de Setembro, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré desloca-se a Corujeira, São Martinho do Bispo, para participar em mais um Festival de Folclore.
O programa é o seguinte:
18:00 horas - Recepção e Sessão de boas vindas com entrega de lembranças, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de São Martinho do Bispo.
18:30 horas - Jantar convívio.
21:00 horas - Pequeno desfile seguido da Festa de Folclore Corujeira 2010.
Participam neste Festival os seguintes Grupos:
Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio - Covilhã
Rancho Folclórico das Abitureiras - Santarém
Rancho Folclórico "Flores de Verde Pinho" - Coimbrão -Leiria
Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré - Ílhavo (Beira Litoral)
Grupo Folclórico São Cosme de Gondomar - Gondomar
Grupo Folclórico "Ceifeiros da Corujeira"


(Informação retirada do site da C.M.I.)
O Grupo Etnográfico estará presente neste Festival do Bacalhau com a sua tasquinha. Visite-nos, prove um bom bacalhau e assista aos espectáculos musicais. De certeza que ficará com água na boca, tais as especialidades que o nosso amigo António irá preparar.
Apareça...

Zona de transição entre a Beira Alta e o Litoral, Mortágua não deixa de ganhar com este seu posicionamento.
Especialidade deste Concelho é a tradicional chanfana. Mas para além desta especialidade há também o bolo de cornos ou bolo doce da Páscoa que como o nome indica é característico da Páscoa, a broa de milho e o pão de trigo cozidos em forno de lenha, a cebola com mel, e pelo Natal surgem as filhós de abóbora menina.
Costumes e tradições que se transmitem séculos após séculos numa paisagem cheia de encantos e bucolismo. São autênticas preciosidades acumuladas graças ao saber transmitido pelos homens que ninguém quer esquecer ou ignorar.
Região habitada desde a mais remota antiguidade, Mortágua alberga no seu seio um saber infindável, no qual o artesanato tem a principal expressão. A olaria é a actividade por excelência de um grupo de artesãos que teima em manter viva a tradição do barro vermelho: Cerâmica vistosa que se admira e conhece um pouco por todo o país. A cestaria e o tear são outras das actividades que ainda se mantêm vivas no nosso concelho.
Pequeno Historial do Grupo
Num vale que tem como moldura as serras do Bussaco e do Caramulo, e se debruça sobre os panoramas da fértil veiga de Mortágua, salpicada por pequenas colinas e gracioso casario branco, abraçando a pureza das centenárias aldeias de xisto, berços genuínos de tradições populares, situa-se o lugar de Vale de Açores. Foi nesta encantadora aldeia, local de pernoite de Duques e Reis, que em 1978 nasce o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.
Com o intuito de salvaguardar o passado e as suas tradições, conscientes da pureza e do valor do folclore do nosso concelho, este grupo dedica-se a uma criteriosa recolha de costumes e tradições do povo da sua região, quer no campo musical, nas danças, nos cantares, nos trajes, bem como nas lendas, orações, mézinhas, contos, não descorando a preservação do ainda património histórico. Pela sua seriedade e pureza, estas recolhas conferiram ao Grupo o estatuto de fiel representante do folclore desta região, que se situa no centro do triângulo que compreende Aveiro, Coimbra e Viseu.
É pois, na sua autenticidade e fidelidade ao passado, que reside a força do seu folclore, valores estes que lhes permitiram a sua filiação como Membro e Sócio Efectivo na Federação do Folclore Português e na AFERM - Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego. Filiado no INATEL, é galardoado no ano de 2002 com a Medalha de Ouro de Mérito Municipal.
Numa zona de transição entre a Beira Alta e a Beira Litoral, a tradição enraizou no povo da nossa terra, danças e cantares que vêm dos finais do século XIX e princípio do século XX, das desfolhadas, dos serões, das espadeladas do linho, das danças aos domingos nos adros e terreiros, ou mesmo na fonte, das romarias à Senhora de Chão de Calvos, ou ao São Salvador do Mundo, destacando-se as Modinhas de Roda, de movimentos mais lentos com mímicas variadas e outras em coluna, os Viras, a Tirana, o Fado Mandado, entre outras.
A sua participação em Festas, Romarias e Festivais Nacionais e Internacionais de Folclore de norte a sul do país, incluindo as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e as mais variadas vezes que tem representado Portugal no estrangeiro, nomeadamente, Espanha, França, Luxemburgo, Sérvia, Itália, tem contribuído para a divulgação da verdade e fidelidade das tradições etnofolclóricas da nossa região.
Informação retirada do sitio do Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.
Boas leituras
Rubem da Rocha