terça-feira, 17 de agosto de 2010

Festival do Bacalhau 2010

Começa já no próximo dia 18 de Agosto o Festival do Bacalhau 2010, em que o grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré faz a sua terceira participação.
Aquando das nossas participações nos anos transactos, tudo era novidade mas graças ao nosso grande amigo e cozinheiro Srº António, homem com larga experiência nas tasquinhas, lá nos lançamos nessa aventura, com a sua colaboração. Mesmo assim, depois de analisarmos as nossas participações, concluímos que foram positivas embora houvesse alguns pormenores a melhorar.
Este ano, já há algum tempo que andamos a prepararmo-nos para o dia de abertura. Existem uma imensidade de tarefas que temos de preparar: as mesas e cadeiras, as louças e talheres, as bebidas, todos os condimentos para a preparação das refeições e como não podia deixar de ser o bacalhau e seus derivados já que o festival é do “bacalhau”.
Assim, como no ano passado, também este ano esperamos uma grande afluência de público e para isso contamos com todos os nossos amigos que nos queiram visitar.
Vão ser cinco dias de muito trabalho e muita dedicação que servirão também para rever antigos companheiros destas lides do folclore.
Cá vos esperamos na nossa tasquinha e que Nossa Senhora dos Navegantes, que está ali bem ao lado, nos abençoe.

Boas leituras

Rubem da Rocha

Festival do Bacalhau 2010







Mar Agosto 2010 - Festas do Município de Ílhavo - FESTIVAL DO BACALHAU

Integrado no programa do “Mar Agosto 2010 – Festas do Município de Ílhavo”, a Câmara Municipal de Ílhavo organiza entre os dias 18 e 22 de Agosto, a edição de 2010 do Festival do Bacalhau, no Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré. A Cerimónia de Abertura do Festival decorrerá na Quarta-feira, dia 18 de Agosto, pelas 18h00, no Navio Museu Santo André.
A aposta que a Câmara Municipal de Ílhavo tem feito na promoção e divulgação cultural e da dimensão sócio-económica que o Bacalhau representa no Município que tem “O Mar por Tradição”, tem-se revelado um sucesso, comprovado pela excelente participação nas edições anteriores do Festival do Bacalhau.
Neste ano de 2010, a Câmara Municipal de Ílhavo e o seu parceiro de organização, a Confraria Gastronómica do Bacalhau, compromete-se a fazer continuar a crescer este Festival, marca inconfundível das actividades de verão da Região de Aveiro, num reforço da aposta na promoção da “Capital Portuguesa do Bacalhau”.
O Festival do Bacalhau de 2010 é composto por diversas actividades e espectáculos, como a Mostra Gastronómica das Tasquinhas de Bacalhau, que conta com a presença de algumas Associações do Município, venda de Padas de Vale de Ílhavo, Mostra e Provas de Vinhos, matinées de cinema ao ar livre (em ecrã gigante) com bares-esplanada, mostras de artesanato, stand de exposição de empresas, animação para crianças e os concertos nocturnos com “Deolinda”, “Expensive Soul”, “GNR”, “Marco Paulo” e “Ana Moura”.
São cinco dias repletos de actividades e animação, num local único para a realização deste tipo de actividades.
Apresentamos o convite à participação de todos no Festival do Bacalhau 2010.

PROGRAMA

18 de Agosto, Quarta-feira

18h00 Abertura do Festival do Bacalhau
Navio-Museu Santo André

19h00-24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau

22h00 Espectáculo com DEOLINDA

19 de Agosto, Quinta-feira

12h00-15h00 / 19h00-24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau

22h00 Espectáculo com EXPENSIVE SOUL

20 de Agosto, Sexta-feira

12h00-15h00 / 19h00-24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau

22h00 Espectáculo com GNR

21 de Agosto, Sábado

Fim-de-Semana Náutico com a Família
11h00-13h00 Baptismos de Vela em Família
15h00-16h00 Atelier de Origami Náutico
16h00-18h00 Baptismo de Canoagem em Família

12h00-15h00 / 19h00-24h00 – Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau

14h00-19h00 Sábados no Jardim, com insufláveis, pinturas faciais, modelagens de balões, jogos, etc.

15h00 Corrida Mais Louca da Ria
Esteiro do Jardim Oudinot

17h30-21h00 Rota das Padeiras

22h00 Espectáculo com MARCO PAULO

22 de Agosto, Domingo

Fim-de-Semana Náutico com a Família
10h00-11h00 Ateliers de Nós em Família
11h00-13h00 Passeio de Lancha em Família
15h00-16h00 Nautimodelismo em Família
16h00-18h00 Baptismo de Kitesurf em Família

12h00-15h00 / 19h00-24h00 – Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau

22h00 Espectáculo com ANA MOURA

Todos os dias

Animação, Exposições, Artesanato, Provas de Vinho, …

12h00-15h00/19h00-24h00 Mostra Gastronómica com Tasquinhas de Bacalhau

18h00 Matinée de Cinema ao Ar Livre

Jardim Oudinot, Gafanha da Nazaré


(Informação retirada do site da C.M.I.)


O Grupo Etnográfico estará presente neste Festival do Bacalhau com a sua tasquinha. Visite-nos, prove um bom bacalhau e assista aos espectáculos musicais. De certeza que ficará com água na boca, tais as especialidades que o nosso amigo António irá preparar.
Apareça...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Vale de Açores – Mortágua


É já no próximo sábado que nos deslocamos a Vale de Açores, Mortágua, à XIX Gala Internacional de Folclore. Aqui fica alguma informação sobre o grupo e a região.
Concelho de Mortágua

Habitado desde épocas mais remotas, o Concelho de Mortágua teve o seu primeiro Foral em 1192. Este diploma foi atribuído pela Rainha D. Dulce, esposa de D. Sancho I e marca a data de fundação do Município.
A nossa Vila constituiu, desde então, um verdadeiro Município de Direito português com magistratura privativa (judex), com funcionários locais e delegado do rei dominus terrae, investido de poder civil e militar.
Seguiram-se-lhe dois outros Forais, o 2º atribuído por Gonçalo Anes Sousa, em 1403 e o 3 º, pelo Rei D. Manuel I, em 1514.
Diz a história que Mortágua terá sido resgatada aos mouros por Fernando Magno mas, provavelmente, milénios antes já estas terras teriam sido ocupadas. Alguns vestígios de um castro pré-romano localizados nas proximidades do Santuário do Senhor do Mundo, parecem indicá-lo. Dos árabes é certo, pois ficaram na toponímia local algumas sonoridades: Alcordal, Almaça, Almacinha...(Aldeias do concelho de Mortágua)
Há ainda lugares que para sempre nos ajudam a perceber a história natural e humana destas terras. São nomes ligados ao lugar que os mouros ocupam no imaginário popular, ou nos falam da graciosidade do coberto vegetal antes das profundas modificações que a Barragem da Aguieira e novas formas de economia florestal introduziram no terreno.
Mas se do Santuário do Senhor do Mundo, dos Moinhos de Sula ou da Moura na Serra do Buçaco, ou da Serra do Caramulo, o azul do céu parece infinito, são as águas azuis da albufeira da Aguieira que, em Mortágua marcam a paisagem.
De barco, água dentro, os recantos da barragem são paradisíacos. Há locais que só os pescadores parecem conhecer, mas contra o Sol lá estão as suas silhuetas expectantes. Ao fim de um dia há sempre histórias de boas pescarias.
Há quem vá para a albufeira por um bom banho de Sol...e há quem descubra todos os seus recantos de canoa.
Há ainda pequenas ilhotas na albufeira. Ancoradouros temporários para a descoberta de locais também temporariamente só nossos. É por este imenso lago azul que os visitantes se deixam seduzir.
Gastronomia e Artesanato

Zona de transição entre a Beira Alta e o Litoral, Mortágua não deixa de ganhar com este seu posicionamento.
Especialidade deste Concelho é a tradicional chanfana. Mas para além desta especialidade há também o bolo de cornos ou bolo doce da Páscoa que como o nome indica é característico da Páscoa, a broa de milho e o pão de trigo cozidos em forno de lenha, a cebola com mel, e pelo Natal surgem as filhós de abóbora menina.
Costumes e tradições que se transmitem séculos após séculos numa paisagem cheia de encantos e bucolismo. São autênticas preciosidades acumuladas graças ao saber transmitido pelos homens que ninguém quer esquecer ou ignorar.
Região habitada desde a mais remota antiguidade, Mortágua alberga no seu seio um saber infindável, no qual o artesanato tem a principal expressão. A olaria é a actividade por excelência de um grupo de artesãos que teima em manter viva a tradição do barro vermelho: Cerâmica vistosa que se admira e conhece um pouco por todo o país. A cestaria e o tear são outras das actividades que ainda se mantêm vivas no nosso concelho.

Pequeno Historial do Grupo

Num vale que tem como moldura as serras do Bussaco e do Caramulo, e se debruça sobre os panoramas da fértil veiga de Mortágua, salpicada por pequenas colinas e gracioso casario branco, abraçando a pureza das centenárias aldeias de xisto, berços genuínos de tradições populares, situa-se o lugar de Vale de Açores. Foi nesta encantadora aldeia, local de pernoite de Duques e Reis, que em 1978 nasce o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.
Com o intuito de salvaguardar o passado e as suas tradições, conscientes da pureza e do valor do folclore do nosso concelho, este grupo dedica-se a uma criteriosa recolha de costumes e tradições do povo da sua região, quer no campo musical, nas danças, nos cantares, nos trajes, bem como nas lendas, orações, mézinhas, contos, não descorando a preservação do ainda património histórico. Pela sua seriedade e pureza, estas recolhas conferiram ao Grupo o estatuto de fiel representante do folclore desta região, que se situa no centro do triângulo que compreende Aveiro, Coimbra e Viseu.
É pois, na sua autenticidade e fidelidade ao passado, que reside a força do seu folclore, valores estes que lhes permitiram a sua filiação como Membro e Sócio Efectivo na Federação do Folclore Português e na AFERM - Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego. Filiado no INATEL, é galardoado no ano de 2002 com a Medalha de Ouro de Mérito Municipal.
Numa zona de transição entre a Beira Alta e a Beira Litoral, a tradição enraizou no povo da nossa terra, danças e cantares que vêm dos finais do século XIX e princípio do século XX, das desfolhadas, dos serões, das espadeladas do linho, das danças aos domingos nos adros e terreiros, ou mesmo na fonte, das romarias à Senhora de Chão de Calvos, ou ao São Salvador do Mundo, destacando-se as Modinhas de Roda, de movimentos mais lentos com mímicas variadas e outras em coluna, os Viras, a Tirana, o Fado Mandado, entre outras.
A sua participação em Festas, Romarias e Festivais Nacionais e Internacionais de Folclore de norte a sul do país, incluindo as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e as mais variadas vezes que tem representado Portugal no estrangeiro, nomeadamente, Espanha, França, Luxemburgo, Sérvia, Itália, tem contribuído para a divulgação da verdade e fidelidade das tradições etnofolclóricas da nossa região.

Informação retirada do sitio do Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.
Boas leituras
Rubem da Rocha

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

XIX Gala Internacional de Folclore

No próximo sábado, dia 14 de Agosto, deslocamo-nos ao Município de Mortágua, a convite do Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.
Vamos participar na XIX Gala Internacional de Folclore e o programa é o seguinte:
17:30 horas - Chegada dos Grupos participantes junto à Câmara Municipal de Mortágua,
18:00 horas - Recepção no Salão Nobre da Câmara Municipal,
19:00 horas - Jantar convívio,
21:00 horas - Concentração dos Grupos,
21:15 horas - Início do desfile até à Praça do Município,
21:30 horas - Início da XIX Gala Internacional de Folclore,
23:30 horas - Encerramento.
Participam nesta Gala, além de nós e do Grupo anfitrião, o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses (Viana do Castelo), o Rancho Típico de São Mamede de Infesta (Matosinhos), o Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa da Cabeça Veada (Porto de Mós), o Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém (Santarém) e o Folk Ensemble Dor Transilvan (Roménia).

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

XIII Festival de Folclore "Barra 2010"

É já amanhã, dia 7 de Agosto, que se realiza o XIII Festival Nacional de Folclore "Barra 2010".
A concentração será junto ao Farol da Barra e o Festival terá o seu início às 22 h.

Estarão presentes, além do Grupo Etnográfico, três grupos de folclore, a saber:

Rancho Folclórico Flor do Sabugueiro, de Dalvares, Tarouca,
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor,
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça.
Temos a certeza de que será mais uma manifestação de cultura popular do mais alto nível, para a qual ficam desde já convidados

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

De volta!

Após uma semana de férias, longe de meios de comunicação, nomeadamente internet, eis que estamos de volta para actualizar o blog e dar informações sobre o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Grupo Folclórico Danças e Cânticos "Olhos de Água"

No próximo sábado, dia 24 de Julho, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré desloca-se a Pinhal Novo, Palmela, para participar em mais um Festival de Folclore.

O programa é o seguinte:

17:00 horas - Concentração dos Grupos no Largo José Maria dos Santos, em Pinhal Novo.

18:00 horas - Visita à Exposição Etnográfica patente na sede do Grupo anfitrião.

18:30 horas - Recepção e entrega de lembranças com "Moscatel de Honra".

19:00 horas - Jantar convívio.

20:00 horas - Trajar.

20:30 horas - Formação para a entrada em palco.

21:00 horas - Início do Festival.

Participam neste Festival os seguintes Grupos:

  • Grupo Folclórico Danças e Cânticos "Olhos de Água" - Palmela (Estremadura)
  • Grupo Folclórico "As Morenitas" de Ovar - Ovar (Beira Litoral)
  • Grupo Folclórico de Albufeira - Albufeira (Algarve)
  • Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré - Ílhavo (Beira Litoral)

domingo, 18 de julho de 2010

I Casteldaccesi e la Corte del Duca

Nestes vídeos mostramos uma parte do espectáculo do Grupo da Sicília, no Auditório Mãe do Redentor, na Igreja Matriz, onde Franco Gambino dedica uma "Serenata " à Rosália, cantadeira do nosso Grupo Etnográfico.


1º Vídeo mostra a introdução à "Serenata".

2º Vídeo mostra a "Serenata"

sexta-feira, 16 de julho de 2010

São Torcato (Guimarães)

Depois de duas semanas de trabalho em que preparamos o nosso festival e não houve tempo para passar por cá, cá estou de volta, para dar conta aos nossos leitores e amigos, de que este Sábado iremos até São Torcato no concelho de Guimarães. Aqui ficam alguns dados da Vila e do grupo.

Vila de São Torcato

São Torcato, situada na margem esquerda do Rio de Selho, a cerca de 5 km de Guimarães, é uma vila predominantemente rural detentora de um património natural e cultural que a tornam um dos potenciais turísticos do concelho.
O santo que dá nome à vila, São Torcato, foi um dos primeiros evangelizadores da Península Ibérica no século VIII. Segundo reza a tradição, após martirizado, foi encontrado nesta vila num local onde hoje se ergue a capela da Fonte do Santo.
Vila com fortes tradições e ligações ao mundo rural e à devoção a São Torcato, esta terra é rica em manifestações culturais e etnográficas que se traduzem fundamentalmente nas festas e romarias que, durante o ano, aí têm lugar:
- Festa dos 27, a 27 de Fevereiro.
- Romaria Grande S. Torcato, em Julho, é uma das maiores e concorridas festas do Minho.
- Feira da Terra, em Julho.
- Festa do Linho (Linhal), em Julho.
- Festa das Colheitas, em Outubro.
A vila de São Torcato possui também locais onde é possível observar testemunhos dessas tradições e da sua fé: o Santuário em granito, onde está depositado o corpo incorrupto de S. Torcato, a Capela da Fonte do Santo, Museu da Vila de São Torcato.

(Informação retirada do site da Câmara Municipal de Guimarães. )

Grupo Folclórico de São Torcato

S. Torcato é uma freguesia do concelho de Guimarães, com inúmeras tradições, nomeadamente na cultura do linho, tecido que, desde sempre, foi muito apreciado por todo o país, fazendo parte integrante dos “Linhos de Guimarães”. Independentemente desta riqueza agrícola havia, e ainda há, outras, que constituem grande fonte de tradições no meio rural. A sua condição geográfica é propícia à alegria e boa disposição, dada a variedade de vegetação que compõem o “Vale de S. Torcato”, cenário natural de grandes tradições.
À semelhança de outros exemplos, surge um grupo de pessoas dispostas a formar um grupo folclórico, para, nos seus tempos livres, darem a conhecer a cultura popular do povo de S. Torcato, respeitando integralmente os mais elementares princípios do folclore. Assim sendo, investigaram e recolheram, junto de pessoas conhecedoras do assunto e idosas, o modo de cantar e dançar, bem como o de trajar dos seus antepassados.
Depois de alguns entraves iniciais à fundação do grupo, actuam pela primeira vez em público em princípios de 1958. A partir de então não parou a sua actividade, desenvolvendo uma série de trabalhos e deslocações aos mais reputados festivais folclóricos nacionais e no estrangeiro e, em 1960, dá início à organização dos Festivais Folclóricos de S. Torcato. Neste vasto historial ganhou inúmeros troféus em festivais e concursos, que se encontram expostos na sede do grupo. Em 1973, depois de sofrer uma crise directiva, o grupo reestrutura-se novamente, formando uma nova direcção que dá novo alento aos elementos do grupo. Com força suficiente para continuar a sua actividade por muitos mais anos, procedem ao restauro dos trajes, à aquisição de diverso património cultural e etnográfico, à revisão das coreografias e, ao mesmo tempo, à reciclagem das suas actividades. Deste modo, alarga a sua fama e reputação, viajando por diversos países e em Portugal, levando aos quatro cantos do mundo a sua bela região do Baixo Minho. Como forma de agradecimento pelo bem feito pela terra, o Grupo Folclórico de S. Torcato é distinguido pela Câmara Municipal de Guimarães com a medalha de prata de mérito associativo. É o primeiro grupo folclórico do concelho a receber tal distinção.
O Grupo Folclórico de S. Torcato é considerado um dos maiores embaixadores da cultura popular de todo o distrito de Braga e o mais representativo do concelho de Guimarães. Procurou, ao longo destes anos, trabalhar no sentido de enriquecer cada vez mais o património cultural, respeitando os princípios da etnografia e coreografia, usos e costumes do povo da terra de S. Torcato. Nos seus espectáculos transmite a alegria e a riqueza da sua lendária terra. O espírito de iniciativa e capacidade empreendedora são as suas mais profundas características, sendo estas que motivam o Grupo Folclórico de S. Torcato a continuar a sua actividade.

Texto retirado do blog “Antepassados em Guimarães” da autoria de Avelina Maria Noronha.

Boas leituras
Rubem da Rocha

Grupo Folclórico de São Torcato

Amanhã, dia 17 de Julho, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré irá participar no 50º Festival Internacional de Folclore de São Torcato.

O programa é o seguinte:

16:00 horas - Concentração dos Grupos na Alameda de São Dâmaso, junto ao Toural (Guimarães).

16:30 horas - Desfile dos Grupos desde a Alameda de São Dâmaso até à Rua dos Palheiros.

17:30 horas - Chegada dos Grupos ao Mosteiro de São Torcato.

18:00 horas - Missa solene cantada e tocada pelos componentes e instrumentos do Grupo Folclórico de São Torcato.

19:00 horas - Jantar de confraternização com os Grupos e convidados de honra.

21:30 horas - Início do 50º Festival Internacional de São Torcato.

Os Grupos participantes neste Festival são:

  • Rancho Folclórico do Ourondo (Serra da Estrela),
  • Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré (Ílhavo),
  • Grupo Folclórico Centro Social de Vila Nova de Sande (Guimarães),
  • Grupo Folclórico "A Rusga de Arcozelo" (Vila Nova de Gaia),
  • Grupo Folclórico Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo),
  • Grupo Folclórico Albemdeira (Vigo - Espanha),
  • Companhia Folclórica Xaman-Ek (São Luis Potosi - México),
  • Grupo Folclórico São Torcato (Guimarães).

Mais uma vez, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré foi convidado para um dos mais prestigiados Festivais de Folclore do país. Iremos, como sempre, mostrar o que de melhor temos e dignificar a nossa cultura, as nossas tradições e sobretudo o nome da nossa terra.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

I Casteldaccesi e la Corte del Duca


Mais um pequeno vídeo da actuação dos nossos amigos da Sicília, no Salão Mãe do Redentor, na Igreja Matriz da Gafanha da Nazaré.

Espectáculo magnífico.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

I Casteldaccesi e la Corte del Duca



I Casteldaccessi e la Corte del Duca





A alegria dos nossos amigos da Sicília, na Casa Gafanhoa - Museu Municipal.

XXVII Festival Nacional e XII Internacional de Folclore da Gafanha da Nazaré

Aqui deixamos algumas fotografias que retratam a visita do Grupo I Casteldaccesi e la Corte del Duca, nossos grandes amigos da Sicília.

A chegada ao local de alojamento

Um momento de recolhimento no Santuário de Schoenstatt.

A recepção na Câmara Municipal de Ílhavo.

A recepção na Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré.

Na Casa Gafanhoa - Museu Municipal.

Foto de conjunto antes do desfile.

Actuação do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.

XXVII Festival Nacional e XII Internacional de Folclore da Gafanha da Nazaré

Antes de mais quero pedir desculpa aos leitores deste blog pelo facto de ter estado ausente durante tanto tempo. É nossa intenção dar notícias do Grupo Etnográfico o mais amiúde possível, mas durante esta semana, com a realização do Festival e o acompanhamento que teve de ser dado aos nossos amigos de Casteldaccia, o tempo não foi suficiente para vir ao blog e actualizá-lo.
Regressamos hoje para dar conta da satisfação que foi trazer ao nosso Festival tantos Grupos de qualidade reconhecida, todos dignos representantes da sua cultura, das suas tradições.
Nestes tempos de globalização, em que vivemos numa aldeia global, em que as fronteiras de diluem, as culturas se misturam, é deveras importante o papel dos Grupos e Ranchos Folclóricos na defesa e preservação das nossas tradições. A nossa cultura popular, diferente de terra para terra, é aquilo que nos distingue, que nos torna únicos. Defender o passado é prevenir o futuro; um povo sem passado é um povo com o seu futuro em risco.

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