Deixamos aqui alguns registos fotográficos de épocas distintas para ilustrar o que atrás foi dito." O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré foi fundado no dia 1 de Setembro de 1983, com o propósito de defender os usos e costumes dos nossos antepassados, isto é, dos que habitaram as Gafanhas desde o séc. XVII..."
sábado, 17 de outubro de 2009
Igreja Matriz da Gafanha da Nazaré
Deixamos aqui alguns registos fotográficos de épocas distintas para ilustrar o que atrás foi dito.sexta-feira, 16 de outubro de 2009
As Novenas (parte I)
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Puros disparates - 1
Entre estas duas realidades manifesta-se, naturalmente, toda uma infinidade de situações. Todas igualmente respeitáveis, é claro, mas que correspondem, naturalmente e conceptualmente, a realidades diferentes que como diferentes, deveriam ser encaradas.
Necessitamos assim de perceber (antes do mais), o que se entende por Folclore. De nos familiarizarmos com os seus pressupostos de abrangência, diversidade, mutabilidade e principalmente, funcionalidade. Sem eles “andamos ao Deus dará”. À procura de bengalas que usamos a torto e a direito (mais a torto que a direito), mas das quais, muitas vezes, nem sequer sabemos bem o que querem dizer. Necessitamos de interiorizar o que é que se entende por “Cultura tradicional”. Precisamos de saber que esta (como qualquer cultura tradicional ou não), não surgiu por geração espontânea e não nasceu já feita! Pelo contrário, consubstanciou-se através de milénios de aculturações efusões culturais, evoluindo gradualmente até às versões dos nossos dias. E que assim, cada estádio de evolução vale tanto como aquele que o precede e como o que o segue.
Boas leituras
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Fotografias antigas da nossa terra
Esta ponte suponho ser a que ligava o Forte à Praia da Barra. Se porventura não for, agradeço que me corrijam.
sábado, 10 de outubro de 2009
Rigor ou aplauso, o drama do folclore

Casa Gafanhoa - Um pouco de história (II)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Gafanha da Nazaré – Um pouco da sua história (1)
- Boletim Cultural n.º 1 - 1985, Gafanha da Nazaré
- Boletim Cultural n.º 2 - 1986, Gafanha da Nazaré
- Etnografia Portuguesa Vol. III - 1980, Dr. J. Leite de Vasconcelos
- Gafanha da N.ª S.ª da Nazaré - 1986, Manuel Olívio da Rocha e Manuel Fernando R. Martins
- Monografia da Gafanha da Nazaré 2ª Edição, Padre João Vieira Rezende
Nele serão focados aspectos, factos e superstições desde o seu nascimento até à morte. Para melhor compreensão, será feito um pequeno historial, sobre o aparecimento e desenvolvimento da Gafanha da Nazaré.
A região das Gafanhas começou a ser habitada no séc. XVII e em 1758 era já uma povoação com “ 14 vizinhos ou fogos e 40 pessoas de sacramento”. Era gente humilde que se entregava, com sacrifício à transformação das dunas improdutivas em terra fértil, que hoje mostra bem a tenacidade dos primeiros Gafanhões.
Quem conheceu, mesmo que superficialmente a história desta região, não pode deixar de admirar quantos aqui se estabeleceram, tão radical foi a transformação que operaram neste recanto beijado pelo mar e pela ria. E se, por um pequeno esforço de memória, pudermos imaginar os modestos meios de que dispunham, então terá de crescer essa admiração e o gosto que sentimos de aos mais novos transmitirmos, vestígios de um passado a todos os títulos glorioso.
No século passado incrementou-se o povoamento, graças a gentes vindas principalmente dos concelhos de Vagos e Mira, tão necessitados se encontravam de terra para cultivar. E é curioso verificar como o povo de Ílhavo e de Aveiro nunca se interessou pelo aproveitamento destes areais esbranquiçados e estéreis, passando por eles, sobretudo a caminho do mar.
Terra beijada pelas águas calmas da formosa Ria de Aveiro, a Gafanha nasceu e criou-se, também à sombra do mar e de tudo o que lhe está ligado, ou não fosse ele e os seus portos razão de ser de grandes povoações.
Em épocas diversas esta região foi ocupada e reocupada por gentes de usos e costumes variados, que se introduziram nos usos e costumes dos caseiros que por aqui se haviam estabelecido, com a ânsia primeira de dominarem dunas teimosas e estéreis, à força de braços habituados a trabalhos duros.
Depois foram os trabalhos nas obras do porto e construção do farol, nos estaleiros e nas secas do bacalhau, nas salinas e na plantação da mata da Gafanha que atraíram esses povos, vindos do Minho até às Beiras, sobretudo onde escasseava o ganha-pão.
Boas leituras
Rubem da Rocha
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Convívio do Grupo Etnográfico


sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Os róis de gado
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Casa Gafanhoa - Um pouco de história (I)
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Encerramento do Ano
sábado, 19 de setembro de 2009
Nossa Senhora dos Navegantes 2009
Programa para a Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes 2009, a realizar nos dias 19 e 20 de Setembro . No domingo, pelas 11 horas, serão recebidos os grupos e ranchos que participam no Festival de Folclore. Às 12 horas haverá almoço convívio nas instalações da APA e pelas 14 horas terá início a procissão de Nossa Senhora dos Navegantes, com saída do Stella Maris em direcção ao Porto Bacalhoeiro. A chegada ao Forte da Barra está prevista para as 16:30 horas seguindo-se a Eucaristia animada pelos grupos folclóricos presentes.
Depois da Eucaristia inicia-se o Festival de Folclore com a presença do Grupo Folclórico de Taveiro e do Rancho Folclórico de Gouveia, além do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.
domingo, 13 de setembro de 2009
Nossa Senhora dos Navegantes
É já no próximo fim de semana que se realizam os festejos em honra de Nossa Senhora dos Navegantes. Deixamos aqui algumas imagens para recordar e lembrar o evento.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça
Alpiarça, Vila Ribatejana, situada na margem esquerda do Rio Tejo, a poucos quilómetros de Santarém, onde a presença humana data dos primórdios da humanidade.
A variedade de trajes do tempo que queremos aqui retratar é bastante grande. Isto porque as características desta Região Ribatejana ofereceram a este povo uma multiplicidade de ocupações, criando-se assim um trajar que variava da Lezíria para a Charneca, do Tejo para os Campos, da grande casa agrícola à pequena habitação, etc.
Cada traje, ou parte dele, seja para mulheres, homens, casados, crianças, idosos, viúvos, luto, noivado, etc., etc., tem sempre as suas exigências de qualidade e de composição decorativa. "O traje é sempre uma bandeira, que simboliza e exprime o carácter dos habitantes que o usam".
Não é por acaso que o povo da Lezíria traja de cores garridas, com relevo para o colete do campino em dias festivos e para as saias usadas pelas mulheres desta região, que são encarnadas, enquanto dançam de forma viva e movimentada ao som de melodias estridentes e apressadas.
In: Folheto de divulgação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça
Fundado em 1969, depois de um trabalho exaustivo de recolha, pretende representar as características dos usos e costumes dos nossos antepassados tendo sempre presente a transmissibilidade/continuidade deste trabalho. São muitas as manifestações culturais em que temos participado, quer no país, quer no estrangeiro, nomeadamente França, Espanha, Itália, Alemanha, Jugoslávia e Grécia.
As Danças
- Baile de roda, modas para bailar e viras de várias modalidades - Eram as mais populares antigamente.
Os Trajes
- Domingueiros, Festivos, de Trabalho - Dão o colorido e identificam o estrato social e profissão a que cada pessoa pertencia.
A Música
- Acordeão, bilha, reque-reque, cana, ferrinhos - Dão alegria e vivacidade, expressa na velocidade, por vezes estonteante a que os dançarinos executam as danças, embelezadas com os característicos passos de sapateado e escovinha.
As Canções
- Marcadas por quadras populares que evocam o quotidiano da época, complementam todo este ritmo tão característico da região Ribatejana.
O Fandango
- Dança que se espalhou por todas as províncias portuguesas desde o século XVII, adquiriu características bem próprias em cada região, de acordo com a personalidade das gentes. É no Ribatejo que ganha raízes mais profundas e se intitula de ex-libris desta região e demonstra bem o carácter viril e altivo do homem do Ribatejo.
XXVII Festival de Folclore - Alpiarça (Alpiagra 2009)
Ronda Típica da Meadela - Viana do Castelo
Grupo de Danças e Cantares de Lordelo "Os Expansivos" - Paredes
Rancho Folclórico de Paranhos da Beira - Seia
Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça








