" O Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré foi fundado no dia 1 de Setembro de 1983, com o propósito de defender os usos e costumes dos nossos antepassados, isto é, dos que habitaram as Gafanhas desde o séc. XVII..."
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Cantares do Ciclo Natalício
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Festa do Folclore "Corujeira 2010"
Amanhã, sábado, dia 11 de Setembro, o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré desloca-se a Corujeira, São Martinho do Bispo, para participar em mais um Festival de Folclore.
O programa é o seguinte:
18:00 horas - Recepção e Sessão de boas vindas com entrega de lembranças, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de São Martinho do Bispo.
18:30 horas - Jantar convívio.
21:00 horas - Pequeno desfile seguido da Festa de Folclore Corujeira 2010.
Participam neste Festival os seguintes Grupos:
Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio - Covilhã
Rancho Folclórico das Abitureiras - Santarém
Rancho Folclórico "Flores de Verde Pinho" - Coimbrão -Leiria
Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré - Ílhavo (Beira Litoral)
Grupo Folclórico São Cosme de Gondomar - Gondomar
Grupo Folclórico "Ceifeiros da Corujeira"
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Vale de Açores – Mortágua

Habitado desde épocas mais remotas, o Concelho de Mortágua teve o seu primeiro Foral em 1192. Este diploma foi atribuído pela Rainha D. Dulce, esposa de D. Sancho I e marca a data de fundação do Município.
A nossa Vila constituiu, desde então, um verdadeiro Município de Direito português com magistratura privativa (judex), com funcionários locais e delegado do rei dominus terrae, investido de poder civil e militar.
Seguiram-se-lhe dois outros Forais, o 2º atribuído por Gonçalo Anes Sousa, em 1403 e o 3 º, pelo Rei D. Manuel I, em 1514.
Diz a história que Mortágua terá sido resgatada aos mouros por Fernando Magno mas, provavelmente, milénios antes já estas terras teriam sido ocupadas. Alguns vestígios de um castro pré-romano localizados nas proximidades do Santuário do Senhor do Mundo, parecem indicá-lo. Dos árabes é certo, pois ficaram na toponímia local algumas sonoridades: Alcordal, Almaça, Almacinha...(Aldeias do concelho de Mortágua)
Há ainda lugares que para sempre nos ajudam a perceber a história natural e humana destas terras. São nomes ligados ao lugar que os mouros ocupam no imaginário popular, ou nos falam da graciosidade do coberto vegetal antes das profundas modificações que a Barragem da Aguieira e novas formas de economia florestal introduziram no terreno.
Mas se do Santuário do Senhor do Mundo, dos Moinhos de Sula ou da Moura na Serra do Buçaco, ou da Serra do Caramulo, o azul do céu parece infinito, são as águas azuis da albufeira da Aguieira que, em Mortágua marcam a paisagem.
De barco, água dentro, os recantos da barragem são paradisíacos. Há locais que só os pescadores parecem conhecer, mas contra o Sol lá estão as suas silhuetas expectantes. Ao fim de um dia há sempre histórias de boas pescarias.
Há quem vá para a albufeira por um bom banho de Sol...e há quem descubra todos os seus recantos de canoa.
Há ainda pequenas ilhotas na albufeira. Ancoradouros temporários para a descoberta de locais também temporariamente só nossos. É por este imenso lago azul que os visitantes se deixam seduzir.
Zona de transição entre a Beira Alta e o Litoral, Mortágua não deixa de ganhar com este seu posicionamento.
Especialidade deste Concelho é a tradicional chanfana. Mas para além desta especialidade há também o bolo de cornos ou bolo doce da Páscoa que como o nome indica é característico da Páscoa, a broa de milho e o pão de trigo cozidos em forno de lenha, a cebola com mel, e pelo Natal surgem as filhós de abóbora menina.
Costumes e tradições que se transmitem séculos após séculos numa paisagem cheia de encantos e bucolismo. São autênticas preciosidades acumuladas graças ao saber transmitido pelos homens que ninguém quer esquecer ou ignorar.
Região habitada desde a mais remota antiguidade, Mortágua alberga no seu seio um saber infindável, no qual o artesanato tem a principal expressão. A olaria é a actividade por excelência de um grupo de artesãos que teima em manter viva a tradição do barro vermelho: Cerâmica vistosa que se admira e conhece um pouco por todo o país. A cestaria e o tear são outras das actividades que ainda se mantêm vivas no nosso concelho.
Pequeno Historial do Grupo
Num vale que tem como moldura as serras do Bussaco e do Caramulo, e se debruça sobre os panoramas da fértil veiga de Mortágua, salpicada por pequenas colinas e gracioso casario branco, abraçando a pureza das centenárias aldeias de xisto, berços genuínos de tradições populares, situa-se o lugar de Vale de Açores. Foi nesta encantadora aldeia, local de pernoite de Duques e Reis, que em 1978 nasce o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.
Com o intuito de salvaguardar o passado e as suas tradições, conscientes da pureza e do valor do folclore do nosso concelho, este grupo dedica-se a uma criteriosa recolha de costumes e tradições do povo da sua região, quer no campo musical, nas danças, nos cantares, nos trajes, bem como nas lendas, orações, mézinhas, contos, não descorando a preservação do ainda património histórico. Pela sua seriedade e pureza, estas recolhas conferiram ao Grupo o estatuto de fiel representante do folclore desta região, que se situa no centro do triângulo que compreende Aveiro, Coimbra e Viseu.
É pois, na sua autenticidade e fidelidade ao passado, que reside a força do seu folclore, valores estes que lhes permitiram a sua filiação como Membro e Sócio Efectivo na Federação do Folclore Português e na AFERM - Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego. Filiado no INATEL, é galardoado no ano de 2002 com a Medalha de Ouro de Mérito Municipal.
Numa zona de transição entre a Beira Alta e a Beira Litoral, a tradição enraizou no povo da nossa terra, danças e cantares que vêm dos finais do século XIX e princípio do século XX, das desfolhadas, dos serões, das espadeladas do linho, das danças aos domingos nos adros e terreiros, ou mesmo na fonte, das romarias à Senhora de Chão de Calvos, ou ao São Salvador do Mundo, destacando-se as Modinhas de Roda, de movimentos mais lentos com mímicas variadas e outras em coluna, os Viras, a Tirana, o Fado Mandado, entre outras.
A sua participação em Festas, Romarias e Festivais Nacionais e Internacionais de Folclore de norte a sul do país, incluindo as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e as mais variadas vezes que tem representado Portugal no estrangeiro, nomeadamente, Espanha, França, Luxemburgo, Sérvia, Itália, tem contribuído para a divulgação da verdade e fidelidade das tradições etnofolclóricas da nossa região.
Informação retirada do sitio do Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores.
Boas leituras
Rubem da Rocha
domingo, 18 de julho de 2010
I Casteldaccesi e la Corte del Duca
quinta-feira, 15 de julho de 2010
I Casteldaccesi e la Corte del Duca
Mais um pequeno vídeo da actuação dos nossos amigos da Sicília, no Salão Mãe do Redentor, na Igreja Matriz da Gafanha da Nazaré.
Espectáculo magnífico.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
I Casteldaccessi e la Corte del Duca
A alegria dos nossos amigos da Sicília, na Casa Gafanhoa - Museu Municipal.
XXVII Festival Nacional e XII Internacional de Folclore da Gafanha da Nazaré
segunda-feira, 5 de julho de 2010
I Casteldaccesi e la Corte del Duca
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Grupo Folclórico de Taveiro
O grupo apresenta no seu Curriculum actuações por muitas regiões de Portugal, Europa e América do Sul, sobretudo em festivais em França, Espanha, Bélgica, Grécia, Itália e Brasil,
Os seus componentes com profissões estratificadas são o garante da vivacidade do grupo e das suas tradições, fazendo com que fosse agraciado com o Troféu “Prestígio e Dedicação” às Comunidades Portuguesas em Junho de 1999.
Canta e dança o que é mais genuíno da sua região. Todas as danças foram recolhidas junto de pessoas bastantes idosas e no Cancioneiro da Beira Litoral. Maioritariamente modas de roda, dançadas no intervalo do trabalho, romarias, adro da Igreja e bailes. Destaca-se o Vira de Quatro Batido dançado no terreiro.
Não passa despercebida a vivacidade e perfeição com que dominam todas as actuações, sem contudo faltar o cunho da originalidade e rara beleza rural. A tocata é constituída por instrumentos tradicionais tais como: Concertinas, Cavaquinhos, Violas, Bandolins, Ferrinhos, Reque-Reque e Bombo.
Os trajes são constituídos por autênticas relíquias de museu, a destacar: Noivos, Lavradores Ricos, Ver-a-Deus, Domingueiros, Senhora de fins do século XIX, Romeiros, Bairrenho, Ceifeira, Mondadeira, Lavadeira, Vendedeira, Leiteira, Cesteiro, Barqueiro, Ferrador, Aguadeira e Lavrador. Tem representado a freguesia com elevado nível no país e no estrangeiro. Tem participado em várias Europíades e Festivais de Folclore Nacional e Internacional. Todos os anos se realiza, em Junho, um Festival Internacional de Folclore.
Na área dos usos e costumes repõem ainda hoje as “Escamisadas”, os Jogos Tradicionais tais como: o Jogo da Malha, o Jogo do Pau, o Jogo da Cantarinha. Realiza-se ainda a festa das “Maias”, na qual os rapazes enfeitavam as portas das raparigas que gostavam e que queriam namorar na madrugada do 1º de Maio; e a “Serradela da Velha”, julgamento fictício dos bens do casal a favor dos seus herdeiros, no qual se procedia a um entretenimento jocoso.
Fonte: site da Junta de Freguesia de Taveiro.
Boas leituras
Rubem da Rocha
sábado, 1 de maio de 2010
Grupo Folclórico "Torre Scibiliana"
Descobri, nas minhas pesquisas na Internet, um vídeo interessante, realizado por um dos elementos de um Grupo de Folclore Italiano que participou no nosso Festival em 1995. Trata-se do Gruppo Folklorico di Canti e Danze "Torre Scibiliana" e era o 11º Festival Nacional e 5º Internacional da Gafanha da Nazaré.
Mais informação sobre este grupo poderá ser consultado aqui, no seu sítio na Internet.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Grupo Folclórico de Vila Verde
Para todos aqueles que gostam de Folclore, iniciamos hoje a apresentação de alguns bons Grupos ou Ranchos Folclórico ou Etnográficos, representativos das várias regiões de Portugal. Espero que gostem.
O Grupo Folclórico de Vila Verde foi fundado em 1958 com o intuito de divulgar e preservar as tradições Etno-Folclóricas deste Concelho que representa, constituído por 58 freguesias predominantemente agrícolas, assim como a região do Baixo Minho, onde se encontra inserido, sendo o mais antigo e representativo Grupo Folclórico do Concelho e um dos mais antigos da região e do país.
Tem participado em todo o país em diversos, variados e mais importantes Festivais de Folclore, de Norte a Sul, inclusive na Região Autónoma da Madeira, e ainda na EXPO 98; e, no estrangeiro, várias vezes em Espanha, incluindo as Ilhas Canárias, França e Alemanha, e também na Itália, Áustria e Eslováquia.
Dentro das suas actividades de difusão do Folclore, realizou Exposições de Trajes e de Instrumentos Musicais; tem participado em programas de Rádio e Televisão; recupera e divulga tradições esquecidas no tempo como os Cantares de Reis, Cânticos Religioso-Populares, Dança do Rei David, entre outros.
Organiza anualmente o Festival Folclórico de Santo António – Luso / Espanhol, que tem sido ponto alto das Festas Concelhias de Vila Verde, onde participam, normalmente, grupos portugueses de regiões variadas e grupos espanhóis, também de diferentes regiões.
Organiza desde 2001 o Festival Folclórico InterNações (Julho) com o objectivo de trazer a Vila Verde, Povos, Tradições e Culturas de todo o Mundo.
É Sócio Efectivo e Fundador da Federação do Folclore Português, onde ocupa lugar no Conselho Técnico; está inscrito no Inatel; foi-lhe atribuída a Medalha de Mérito Municipal em 1983 ao atingir 25 anos de existência; e é Instituição de Utilidade Pública por Despacho Governamental desde 1992.
Historial transcrito do "sítio" do Grupo Folclórico de Vila Verde (http://www.gfvv.web.pt/).
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça
Alpiarça, Vila Ribatejana, situada na margem esquerda do Rio Tejo, a poucos quilómetros de Santarém, onde a presença humana data dos primórdios da humanidade.
A variedade de trajes do tempo que queremos aqui retratar é bastante grande. Isto porque as características desta Região Ribatejana ofereceram a este povo uma multiplicidade de ocupações, criando-se assim um trajar que variava da Lezíria para a Charneca, do Tejo para os Campos, da grande casa agrícola à pequena habitação, etc.
Cada traje, ou parte dele, seja para mulheres, homens, casados, crianças, idosos, viúvos, luto, noivado, etc., etc., tem sempre as suas exigências de qualidade e de composição decorativa. "O traje é sempre uma bandeira, que simboliza e exprime o carácter dos habitantes que o usam".
Não é por acaso que o povo da Lezíria traja de cores garridas, com relevo para o colete do campino em dias festivos e para as saias usadas pelas mulheres desta região, que são encarnadas, enquanto dançam de forma viva e movimentada ao som de melodias estridentes e apressadas.
In: Folheto de divulgação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça
Fundado em 1969, depois de um trabalho exaustivo de recolha, pretende representar as características dos usos e costumes dos nossos antepassados tendo sempre presente a transmissibilidade/continuidade deste trabalho. São muitas as manifestações culturais em que temos participado, quer no país, quer no estrangeiro, nomeadamente França, Espanha, Itália, Alemanha, Jugoslávia e Grécia.
As Danças
- Baile de roda, modas para bailar e viras de várias modalidades - Eram as mais populares antigamente.
Os Trajes
- Domingueiros, Festivos, de Trabalho - Dão o colorido e identificam o estrato social e profissão a que cada pessoa pertencia.
A Música
- Acordeão, bilha, reque-reque, cana, ferrinhos - Dão alegria e vivacidade, expressa na velocidade, por vezes estonteante a que os dançarinos executam as danças, embelezadas com os característicos passos de sapateado e escovinha.
As Canções
- Marcadas por quadras populares que evocam o quotidiano da época, complementam todo este ritmo tão característico da região Ribatejana.
O Fandango
- Dança que se espalhou por todas as províncias portuguesas desde o século XVII, adquiriu características bem próprias em cada região, de acordo com a personalidade das gentes. É no Ribatejo que ganha raízes mais profundas e se intitula de ex-libris desta região e demonstra bem o carácter viril e altivo do homem do Ribatejo.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
terça-feira, 8 de julho de 2008
Zespol Piesni i tanca Wodzislawskie "Vladislavia"

Durante os últimos 25 anos, o Grupo "VLADISLAVIA" realizou cerca de 900 actuações na Polónia e em diferentes países da Europa e da Ásia. O Grupo participou por 24 vezes em Festivais Internacionais de Folclore em países como por exemplo a República Checa, a Alemanha, a Eslováquia, a Hungria, a Ucrânia, a França, a Itália, a Turquia, a Síria, a Sérvia, o Montenegro e a Bulgária. Apresentam-se em Portugal pela primeira vez, depois de no ano passado terem recebido o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré no Festival Internacional "Folklore without Borders” que organizam desde 2001.
O Grupo “VLADISLAVIA” faz parte da Association Integration European em Wodzisław Śląski e da Secção Polaca do CIOFF.







